Em imagens: A vida no harém

Quase mil concubinas e esposas viviam no campo de concentração de luxo do Imperador Otomano

Texto Laura de Carvalho / Ilustrações Luiz Iria

O famoso harém de Maomé III | <i>Crédito: Luiz Iria
O famoso harém de Maomé III | Crédito: Luiz Iria

HISTÓRIA ILUSTRADA


Esqueça os Jardins e Delícias com cítaras e dezenas de odaliscas oferecendo-se para o sultão. Um harém de Istambul do século 16, auge do Império Otomano, era um lugar de oração, disciplina e castigos que incluíam até a morte.

Denominado a partir de uma expressão otomana que significa "proibir", o harém era a parte doméstica dos palácios dos sultões. Durante o governo do de Maomé III (1566-1603), o aposento do palácio de Topkapi, em Istambul, chegou a abrigar quase mil mulheres.

O objetivo de todas elas era gerar o herdeiro de um império que se espalhava por três continentes. Criado no século 13 por Osmã I (1258-1326), o islamismo otomano alastrou-se pela Anatólia (atual Turquia) até derrubar, em 1453, Constantinopla, a capital cristã do Oriente. No século 16, o futuro de territórios que iam da Rússia ao Marrocos era decidido nos aposentos e no enorme harém de Topkapi.

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