Em imagens: Como fazer uma múmia?

Elaborada prática funerária durou mais de 3 mil anos

Maria Carolina Cristianini | Infográfico Sattu

Processo de mumificação | <i>Crédito: Luiz Iria
Processo de mumificação | Crédito: Luiz Iria
HISTÓRIA  ILUSTRADA 

A expressão “a terra há de comer” não faria sentido para as pessoas com dinheiro no Egito antigo. Lá, acreditava-se no ka, uma força que continuava após a morte – desde que o corpo fosse bem conservado. Para isso, usava-se uma técnica inspirada no deserto. Após observar que a areia quente e o ar seco preservavam os mortos, os egípcios criaram um método de dissecação e mumificação acompanhado de um ritual religioso.

+ A maldição da múmia
+ Pai de Tutancâmon fez crianças trabalharem até a morte
+ Múmias já foram usadas como remédio na Europa

As primeiras múmias conhecidas são de 3000 a.C. Privilégio dos monarcas, 800 anos depois é que o processo se estendeu a qualquer um que pudesse pagar. E nem só humanos eram mumificados. Em janeiro, cães foram encontrados em El Faiyum, um oásis a 80 quilômetros do Cairo. “Era uma forma de homenagear animais de estimação”, explica o historiador Julio Gralha, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

As últimas múmias são do século 4 d.C.. A influência romana e o avanço do cristianismo podem ter encerrado a prática.

Clique para ampliar o infográfico 



Confira os detalhes 


VEJA MAIS:

Conecte-se

Revista Aventuras na História