Command & Conquer volta à briga

Novo título da série é um dos melhores jogos de estratégia em tempo real

Fabiano Onça Publicado em 01/05/2006, às 00h00 - Atualizado em 23/10/2017, às 16h36

Aventuras na História
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Os aficionados pela série de estratégia Command & Conquer podem levantar as armas e comemorar. A Electronic Arts confirmou o lançamento da nova edição do jogo, batizada de “Command & Conquer 3 – Tiberium Wars”, para o ano que vem. A série é uma das mais populares do gênero “estratégia em tempo real” e ganhou milhares de fãs – em 2005, ela completou seu 10º aniversário. Somados todos os episódios, foram mais de 23 milhões de unidades comercializadas em todo o mundo, o que a colocou entre os cinco títulos mais vendidos de todos os tempos. Em Tiberium Wars, a série volta às origens e aborda o tradicional tema da ameaça que pode devastar a Terra: o metal alienígena Tiberium. Enquanto os bonzinhos da Global Defense Iniciative (GDI) tentam acabar com a proliferação da substância, Kane, o chefão da organização terrorista “Irmandade de Nod”, quer usá-la para turbinar seus planos. E a luta continua.

Grandes momentos da série

Passam-se os anos, a América troca de inimigos e a série acompanha essa mudança

Command & Conquer: Red Alert (1996)

Alvo: russos

É uma espécie de história paralela e explica as origens da Global Defense Iniciative (GDI) e da Nod. Nela, Einstein inventa uma máquina do tempo e mata Hitler, tentando evitar a Segunda Guerra. Mas Stalin invade a Europa e chama Kane para assessorá-lo. Diante da invasão vermelha, o Ocidente responde e cria a GDI .

Command & Conquer: Tiberian Sun (1999)

Alvo: sérvios

Seqüência do original, este jogo mostra que Kane, o vilão, não estava morto. Mas, desta vez, preferiu agir usando um testa-de-ferro, chamado Anton Slavik. Este toma o poder do novo chefe da Nod, Hassan, e depois de passá-lo no fio da espada, retoma a guerra pelo metal Tiberium, atacando os mocinhos da GDI.

Command & Conquer: Generals (2003)

Alvo: mundo islâmico

O jogo se passa em 2010 e põe os Estados Unidos de um lado, a China do outro. Ameaçando os dois, no entanto, está a Global Liberation Army (Exército de Liberação Global), uma entidade terrorista do Oriente Médio que começa o jogo explodindo Beijing (Pequim) com uma bomba atômica.