Grécia - só restaram as ruínas

País se libertou dos otomanos em 1829, depois de oito anos de guerra. Hoje o que mantém a economia em pé é o turismo

01/08/2007 00h00 Publicado em 01/08/2007, às 00h00 - Atualizado em 23/10/2017, às 16h36

Aventuras na História
Aventuras na História - Arquivo Aventuras

Com a queda de Constantinopla, os otomanos assumiram o controle da Grécia. Os gregos podiam conservar suas características e praticar sua religião, desde que pagassem uma taxa. Nos séculos 16 e 17, começaram as insurreições que alimentariam o nacionalismo grego. A independência seria conseguida em 1829.

Novas guerras contra a Turquia em 1913 deram à Grécia a chance de comemorar meia vingança contra Alexandre, o Grande. Ela conseguiu anexar metade da antiga Macedônia a seu mapa.

Em 1967, com o apoio dos Estados Unidos, militares deram um golpe de Estado e instauraram uma ditadura militar. Diferentemente do que aconteceu no Brasil na mesma época, lá, diante da chiadeira popular, os militares devolveram o governo aos civis. Em 1° de junho de 1975, uma nova constituição fez do país uma democracia republicana parlamentar, instituindo o voto universal e obrigatório, como aqui.

Nos anos 90, a velha rixa com a Turquia voltou com tudo quando, em 1995, o Exército grego interceptou aviões militares turcos sobrevoando Rodes.

Hoje a Grécia é um dos países de menor poder econômico na Europa. O turismo é uma das maiores fontes de renda.

Atenas é a capital e maior cidade do país, com 4 milhões de habitantes. Nela sobrevivem ruínas de antigos monumentos – eles estão bem conservados e bem equipados para receber visitantes. As ilhas, em especial Mikonos, são famosas pela beleza e clima de romantismo. Mikonos é conhecida também por ser freqüentada por celebridades internacionais. Outro ponto turístico é o lendário monte Olimpo – o mais alto da Grécia, a 2917 metros acima do nível do mar.