Madame Tussauds: o museu de estátuas de cera

Museu de cera recria grandes personagens históricos

segunda 23 outubro, 2017
Aventuras na História
Aventuras na História Foto:Arquivo Aventuras

Desde que foi aberto, em 1835, mais de 500 milhões de pessoas já visitaram o complexo Madame Tussauds em Londres. Foi nessa data que a exibição itinerante de estátuas de cera ganhou endereço fixo, sob o comando de Marie Grosholz (1761-1850). Membro da corte de Luís XVI (1754-1793), ela desenvolveu sua técnica durante a Revolução Francesa, quando fez máscaras mortuárias de nobres vítimas da guilhotina. Hoje, o museu tem filiais em Amsterdã, Berlim, Shangai, Hong Kong, Washington D.C., Nova York, Hollywood e Las Vegas. As estátuas são feitas de uma cera especial, que não derrete, e custam em torno de 450 mil reais cada.

Site oficial: www.madame-tussauds.com

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O pecado mora ao lado

Perfeita. Assim foi descrita pelos jornalistas a estátua da atriz Marilyn Monroe (1926-1962) quando apresentada no museu pela primeira vez, em 1973. A imagem reproduz uma das cenas mais conhecidas do cinema, o momento em que Marilyn, com seu vestido esvoaçante, fica parada sobre uma saída de ar de metrô.

Roda de gênios

Os pintores Vincent van Gogh (1853-1890) e Pablo Picasso (1881-1973) e os escritores Charles Dickens (1812-1870) e William Shakespeare (1564-1616) são todos vizinhos na Cultural Zone, área dedicada aos maiores artistas da História.

Quase real

A versão da atriz australiana Nicole Kidman é uma das mais bem feitas já realizadas pelo museu, quase tão perfeita quanto a de Marilyn Monroe. É difícil diferenciar o modelo real de sua cópia em cera.

Estrelas da música

Na área dedicada aos maiores astros da música, chamada Music Zone, o público passeia entre as estátuas da cantora Christina Aguilera, do astro pop Robbie Williams e do grupo The Beatles.

Figuras históricas

Não só de celebridades é formado o acervo do museu. Dos tempos da madame Tussauds, a instituição guarda a seção Chamber of Horrors (Câmara de Horrores), na qual são exibidas máscaras mortuárias. A elas se somam reproduções de figuras históricas, como o rei inglês Henrique VIII (1491-1547).

Bollywood contra-ataca

Há alguns meses, o museu começou a homenagear os astros do cinema da Índia, conhecido como Bollywood. O primeiro a fazer parte dessa nova galeria, vizinha de cópias de estrelas do cinema norte-americano, foi o ator Shah Rukh Khan.

Brad Pitt para pegar

A réplica do ator americano Brad Pitt é uma das mais procuradas pelos visitantes. É que ela tem peito e bumbum de silicone, que podem ser tocados. Essa é uma tendência no museu. Poses ousadas e estátuas interativas vêm sendo adotadas para tornar as exibições mais dinâmicas.

Realeza retocada

Claro que a família real britânica tem grande destaque. O cuidado com os personagens é tão grande que a estátua da rainha da Inglaterra já foi reconstruída 22 vezes. Por outro lado, só recentemente o casal Charles e Camila Parker-Bowles passou a integrar o acervo.

Pelé para inglês ver

Edson Arantes do Nascimento, o rei Pelé, é uma das poucas personalidades brasileiras que figuram no acervo – além dele, fazem parte as reproduções de Ronaldo Nazário e Ayrton Senna. Pelé está posicionado ao lado do pugilista americano Muhammad Ali. Os dois ficam na área onde celebridades de áreas de atuação semelhantes dividem o mesmo espaço.

 

Mario Araújo | 29/11/2013 19h57


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