Não é o que parece: Einstein, James Barry e Francisco de Assis de Bourbon

Não é o que parece: Einstein, James Barry e Francisco de Assis de Bourbon

Cláudia de Castro Lima Publicado em 01/02/2007, às 00h00 - Atualizado em 23/10/2017, às 16h36

Aventuras na História
Aventuras na História - Arquivo Aventuras

Carona de mestre

De tanto assistir às palestras que o físico Albert Einstein dava sobre a teoria da relatividade, seu motorista decorou o discurso – e convenceu o chefe a deixá-lo fazer uma em seu lugar. No dia marcado, ninguém na platéia percebeu que o cara no palco não era Einstein. No fim, fizeram uma pergunta. O chofer, espertinho, mandou na lata, apontando para Einstein: “A pergunta é tão simples que vou deixar que meu motorista a responda”.

Ele era ela

O inglês James Barry foi um dos cirurgiões que mais se destacaram na Batalha de Waterloo, em 1815. Após sua morte, em 1865, o jornal Manchester Guardian contou um segredinho, revelado pela autópsia: doutor Barry era, na verdade, uma doutora. Miranda Stuart, seu nome verdadeiro, passou a vida fingindo ser homem para dedicar-se à medicina, proibida para mulheres.

Ah, se eu fosse...

A possível homossexualidade do rei consorte Francisco de Assis de Bourbon, marido da espanhola Isabel II, era motivo de fofoca na corte. Uma delas correu em 1860. O general O’Donnell foi se despedir da rainha antes de ir para a guerra no Marrocos, ao que ela disse: “Se eu fosse homem, iria com vocês”. Dom Francisco emendou: “Eu também”.