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Vida na China e vítima do DOPS: 10 fatos sobre o guerrilheiro Carlos Marighella

Considerado o inimigo nº1 da ditadura militar, o principal opositor do regime passou por notórios episódios em sua trajetória pessoal

Alana Sousa Publicado em 31/12/2020, às 11h00

O líder guerrilheiro Carlos Marighella durante depoimento
O líder guerrilheiro Carlos Marighella durante depoimento - Divulgação / Iconographia

Conhecido por organizar as principais guerrilhas de luta armada durante a o período de ditadura militar no Brasil, Carlos Marighella teve uma trajetória marcante durante a década de 1960, se tornando um dos mais notórios símbolos políticos — além do sucesso como escritor.

Por isso, o site Aventuras na História separou 10 fatos sobre o guerrilheiro comunista.

Confia 10 fatos sobre a vida do líder guerrilheiro Carlos Mariguella.

1. Carlos Marighella é filho do imigrante italiano Augusto Marighella e de Maria Rita dos Nascimento.


2. Nasceu na capital baiana, Salvador, em 5 de dezembro de 1911, e possuía outros sete irmãos.


3. Marighella entrou, em 1929, para estudar Engenharia Civil na Escola Politécnica da Bahia.


4. Abandonou sua graduação para se juntar à militância do PCB (Partido Comunista Brasileiro) na década de 1930, e se mudou para o Rio de Janeiro.

Carlos Marighella / Crédito: Wikimedia Commons

5. Ele foi considerado inimigo número 1 da ditadura militar brasileira durante a década de 1960.


6. Marighella foi convidado pelo Comitê Comunista Chinês para viver na China durante a década de 1950. Viveu por lá durante dois anos, e conseguiu vivenciar parte da Revolução Comunista no país.


7. Em 1964, rompeu a ligação com o PCB por não concordar com a postura do partido. Começou então a seguir o modelo de guerrilha elaborado por Che Guevara.


8. O líder foi baleado e preso pelo Departamento de Ordem Política e Social, o DOPS, durante uma sessão de cinema, sendo liberado apenas em 1965.

Marighella ilustra capa da revista Veja em 1968, um ano antes de ser morto / Crédito: Divulgação

 


9. Em 1967, o guerrilheiro fundou a ALN, Ação Libertadora Nacional, organização responsável por atos de terroristas de guerrilha urbana no país. Realizou assaltos, emboscadas e sequestros, e cooperou com ações produzidas por outras organizações.


10. Marighellafoi morto a tiros, em 1969, em São Paulo, em uma emboscada comandada pelo delegado Sergio Paranhos Fleury, conhecido como chefe do grupo de extermínio do Estado na época.


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