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5 particularidades que comprovam à chegada do homem à Lua

De diretores de cinema até a bandeira americana, alguns fatos provam que o homem, de fato, pisou no satélite em 1969

Caio Tortamano Publicado em 27/07/2020, às 19h00

O homem pisando na Lua
O homem pisando na Lua - Divulgação/ NASA

Apesar de ter sido um dos maiores feitos em toda a história da humanidade, a chegada do homem à Lua — talvez por ser uma realidade tão fantástica a ponto de ser surreal para a cabeça de negacionistas — gera muita controvérsia até hoje. Porém, existem fortes indícios que comprovam que o evento de fato aconteceu, como se a cobertura mundial em massa não bastasse.

1. As sombras dos astronautas não são paralelas com as de outros componentes e somente o Sol serve como fonte de luz

Na verdade, esse argumento desconsidera que existem outras fontes de luz no local, como o reflexo gerado no módulo lunar, na roupa dos astronautas e na superfície da Lua em si — que por ser bastante clara irradia luz suficiente para ser enxergada perfeitamente da Terra.

A situação foi posta a prova em um programa chamado Mythbuster, em que os apresentadores buscam quebrar mitos e lendas. Na simulação, um ambiente com luz originando de somente um local também apresentava sombras que não fossem paralelas, provando que as sombras não se comportam da maneira que os negacionistas pensam.


2. Porque a bandeira americana estava tremulando se no espaço não existe vento?

Nas filmagens em solo lunar, fica bem evidente que a bandeira não se mexe a não ser quando tocada por Buzz Aldrin e Neil Armstrong na companhia de Michael Collins — que não saiu da nave. A falta de inércia na superfície lunar faz com que não exista força para frear o movimento da bandeira, e por terem entrado em movimento durante o toque dos astronautas, dá a impressão de que ela está tremulando.


3. Porque em nenhuma foto tirada pelos tripulantes da Apollo 11 não aparece uma estrela sequer?

Por mais fáceis que sejam de observar a olho nu da superfície terrestre, não é tão simples assim capturar fotos de estrelas sem algum conhecimento em fotografia. Para que fossem percebidas nas fotos, os astronautas teriam que mexer nas configurações de tempo de exposição da câmera, para que mais luz fosse captada nos sensores do equipamento.

A icônica foto de Aldrin písando na Lua / Crédito: Divulgação-NASA

 

Não é necessário falar que, naquele momento, essa, de fato, não era a prioridade deles. Se dessem prioridade à luz que vinha das distantes estrelas, a fotografia poderia facilmente não contemplar o solo lunar com maior riqueza de detalhes — o grande foco dos astronautas.


4. A marca do pé de Neil Armstrong é super detalhada, e não tem traços significativos de água na Lua para que ela ficasse assim

Para estudar os efeitos físicos de um homem andando na Lua, foi solicitado que Aldrin tirasse foto das marcas que os sapatos deles faziam no solo, e a ausência de vento preservou a pegada por tempo suficiente para que fosse capturada pela câmera — que estava acoplada do lado de fora da nave.

Pegada de Neil Armstrong na Lua / Crédito: Divulgação - NASA

 

Quanto a umidade, é provado empiricamente que não se faz necessária para que se formem pegadas, sendo possível deixar marcas em ambientes completamente secos como sertões e desertos. O solo da Lua é feito de uma poeira extremamente fina, semelhante a cinzas vulcânicas.


5. O visionário cineasta Stanley Kubrick foi o diretor por trás das filmagens do pouso na Lua

Os filmes de Kubrick eram, de fato, bastante inovadores para sua época. Porém, em 1969 — ano do pouso do homem na Lua — a tecnologia necessária para recriar as sombras e a escuridão vistas nas filmagens seria com o uso de lasers de brilho extremo, algo extremamente caro na época, podendo ultrapassar o valor do próprio projeto espacial. Além disso, esses equipamentos deixariam a cena toda com um tom avermelhado.

Diretor Stanley Kubrick, que não dirigiu a chegada do homem à Lua / Crédito: Wikimedia Commons

 

Além disso, poeira e equipamentos não são vistos em nenhum lugar, algo praticamente impossível de se conseguir em um estúdio. Seria necessário deixar todo o set de filmagem em vácuo. Todas essas coisas poderiam ser apagadas em computação gráfica, mas ela estava longe de ser aperfeiçoada na época para conseguir tais efeitos.


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