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69% das pessoas deixaram de assistir TV aberta para consumir o streaming

Praticidade de acesso aos filmes e séries e poder assistir a qualquer momento programas diversos são as principais razões que fazem os consumidores preferirem os serviços de streaming de vídeo

Redação Publicado em 23/01/2022, às 08h00

Imagem meramente ilustrativa
Imagem meramente ilustrativa - Divulgação/ Pixabay/ mohamed_hassan

O que faz com que os canais de streamings estejam hoje tão em alta? Quais são os preferidos no combo de assinatura dos brasileiros?

Facilidade de conteúdos variados embalados em pacotes de assinaturas é um dos pontos positivos que faz, segundo estudo recente da Opinion Box, 69% das pessoas deixarem de assistir à programação de TV aberta para consumir mais conteúdos disponibilizados em plataformas de streaming de vídeo. O dado faz parte do infográfico “Tecnologia ou conveniência? O consumo de streaming de vídeo no Brasil”, desenvolvido pela área de Insights & Innovation da FleishmanHillard Brasil.

E quais são os motivos que levam às pessoas a preferirem o streaming de vídeo no lugar da TV aberta? Praticidade de acesso aos filmes e séries (47%) e poder assistir a qualquer momento programas diversos (35%) estão entre os destaques.

O mercado, que foi popularizado pela gigante Netflix, hoje apresenta um portfólio diverso de plataformas. As preferidas pelos brasileiros são: Netflix (64%), Amazon Prime Video (34%), Disney+ (20%) e Globoplay (19%). Na hora de escolher por um serviço, os cinco principais fatores que os consumidores consideram são o preço, qualidade dos títulos no catálogo, variedade de produções no catálogo, acessibilidade (uso em sites e apps para acessar o conteúdo) e popularidade da plataforma.

E, com tantas opções de serviço de streaming de vídeo no mercado surge a dúvida: quanto custaria para assinar todos os provedores? A resposta é R$ 221 (ao mês), para os planos básicos, e R$ 337 (ao mês), para os planos premium.

Com cada estúdio e produtora lançando uma lojinha própria e conteúdos exclusivos, o usuário não tem como pagar por todos para assistir o que quer, assim, eles encontram na pirataria uma alternativa para consumir o conteúdo que deseja. No Brasil 33,5% dos lares consumiram pirataria online no último quadrimestre de 2020. O País fica apenas atrás dos Estados Unidos e da Rússia no consumo de audiovisual ilegal.

Confira o infográgico da FleishmanHillard na íntegra:

Infográfico sobre consumo de streamings / Crédito: FleishmanHillard Brasil

A FleishmanHillard é líder global em relações públicas e comunicação corporativa. A agência utiliza a metodologia própria Authenticity Gap (AG), diagnóstico que trabalha exatamente na Intersecção entre Marca e Reputação. O estudo revela dados que orientam ações que podem direcionar estratégias de comunicação em diferentes meios e mídias com foco em potencializar negócios. A metodologia é realizada globalmente há 15 anos e foi trazida pela primeira vez ao País, em 2019.

No Brasil desde 2014, a FleishmanHillard faz parte dos grupos Omnicom e In Press e possui escritórios estrategicamente localizados em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília que permitem atuar em rede localmente com profunda compreensão dos costumes e cultura do mercado brasileiro. As equipes, também, trabalham integradas com os 2.200 profissionais da FleishmanHillard presentes em mais de 78 escritórios em 30 países.