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Caos na realeza: 5 motivos para maratonar The Crown

A série é uma das principais da Netflix e está — novamente — entre os indicados ao Emmy; entenda porquê você deve assistir

Caio Tortamano Publicado em 28/07/2020, às 16h39

Matt Smith, como Philip, e Claire Foy, como Elizabeth
Matt Smith, como Philip, e Claire Foy, como Elizabeth - Divulgação - Netflix

Uma das produções mais prestigiadas da Netflix, The Crown foi novamente indicada a melhor série dramática no Emmy, prêmio internacional que contempla as melhores obras para televisão em todos os anos. 

A série reproduz a vida de Elizabeth II, desde sua infância até a idade adulta, e por mais que suas três temporadas sejam densas, vale a pena acompanhar a trama que instiga o público ao redor do mundo.

1. Mulher forte

A série consegue passar a imagem de que Elizabeth II se sobressaiu como monarca e chefe de estado em uma época ainda predominantemente liderada por homens. A pressão de ser a líder de uma das maiores nações do mundo recai diretamente sobre a jovem, que sofre em dobro por ser mulher.

Nos episódios, a autoridade da rainha é posta a prova em relação a outros homens, como o próprio Winston Churchill, que também é uma das figuras mais notáveis da série. É, sem dúvidas, uma chance de saber mais sobre o pulso firme de Elizabeth.


2. Difícil vida de rainha

Além das dificuldades políticas, a rotina natural de qualquer monarca britânico não é das mais fáceis. Leis, decretos e o Governo em si passam pelas mãos da rainha, que tem o peso da nação em suas costas. A saga monárquica apresentada na série é glamourizada, todavia, em nenhum momento deixa de ser realista quanto aos deveres que devem ser seguidos por ela.

Na primeira temporada, antes de Elizabeth assumir o trono, a dura vida de seu pai, George VI, também é exposta, não apresentado somente a monarca como referência durante os episódios.


3. Relação real

Philip se casou com Elizabeth sabendo que nunca será rei, e viverá a vida toda na sombra de sua mulher. Para um homem da década de 40, não era uma escolha simples de aceitar. A relação entre os dois se baseia muito em como ele gostaria de ser enxergado pelos súditos de sua mulher, além de outros influentes líderes.

Príncipe Philip, o Duque de Edimburgo / Créditos: Getty Images

 

A relação entre os dois é amplamente explorada, tanto que na segunda temporada Philip passa a ser retratado com maior importância, sendo protagonista da narrativa, dando uma visão alternativa a figura menos ilustre do casal.


4. Caos na corte

Já ficou claro que a série não pega leve com temáticas delicadas a respeito da vida dos monarcas britânicos. E como já mostramos diversas vezes na Aventuras na História, polêmica é o que não falta na corte de Elizabeth II. Em uma das temporadas, por exemplo, é narrado como a irmã de Elizabeth, Margaret, teve ao longo de sua vida diversas polêmicas com seu nome, desde casamentos proibidos pela família até casos extraconjugais.

Retrato da princesa Margaret / Crédito: Getty Images

 

Na obra, a irmã de Elizabeth é apresentada como uma figura que se desvia do padrão real, totalmente oposto ao que a monarca — muito em razão de sua necessária postura como rainha — apresenta ser.


5. Romance proibido

A relação entre Charles e Camila — atual esposa do herdeiro do trono — começou antes mesmo do filho de Elizabeth ter se casado com Diana. A figura da princesa mais pop de todos os tempos ainda será explorada na quarta temporada, que está por vir.

Charles e Diana em seu casamento, no ano de 1981 / Crédito: Getty Images

 

Enquanto isso, o romance proibido com Camila é motivo de interesse da corte, que não apoia a união. Os desdobramentos das relações de Charles são um ponto forte para os interessados nos bastidores da família real, e a série não poupa em detalhes.


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