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De espelho quebrado ao número 13: veja 4 superstições famosas e suas origens

Saiba mais sobre superstições que fazem parte do imaginário popular e são retratadas em diversas culturas ao redor do mundo

Victória Gearini | @victoriagearini Publicado em 16/05/2021, às 08h22 - Atualizado às 12h17

Imagem meramente ilustrativa
Imagem meramente ilustrativa - Imagem de kalhh por Pixabay

Ao longo dos anos algumas superstições tomaram conta do imaginário popular e se tornaram uma espécie de crença e tradição em algumas culturas ao redor do mundo. 

Portanti, provavelmente, você já deve ter escutado que quebrar o espelho dá azar, que o número 13 é sinônimo de falta de sorte e muito mais. Mas afinal, você sabe ao certo quais sãos as origens das superstições mais famosas do mundo?

Pensando nisso, o site Aventuras na História selecionou 4 superstições amplamente conhecidas e as histórias por trás delas.

Confira abaixo.

1. Espelho quebrado 

Imagem meramente ilustrativa / Crédito: Imagem de 412designs por Pixabay

 

De acordo com o site Superinteressante, a arte de fazer supostas advinhações, utilizando espelhos e o reflexo na água, era muito comum na Antiguidade. No entanto, se o objeto quebrasse ou caísse na água, era sinal de azar. Já os sete anos de falta de sorte foi incorporado pelos romanos, que acreditavam que corpo humano se renovava dentro deste período.


2. Chinelo virado

Considerada uma das superstições mais famosas do Brasil, a crença de que o chinelo virado traria a morte da matriarca, ganhou força no país por volta da década de 1960, quando o calçado se popularizou nacionalmente. O objetivo era fazer com que os filhos não deixassem seus chinelos espalhados de qualquer jeito pela casa.


3. Passar debaixo da escada

Assim como boa parte das outras supertições, passar sob a escada também está associada a crenças religiosas. Reza a lenda, que andar debaixo deste objeto traz azar. Contudo, a origem está diretamente ligada ao triângulo que a escada faz ao estar aberta. Segundo a Superinteressante, para a Igreja Católica, tal fato representa uma ameaça ao equilíbrio entre o Pai, Filho e Espírito Santo.


4. Número 13

Imagem meramente ilustrativa / Crédito: Imagem de Albrecht Fietz por Pixabay

 

Ao longo dos séculos, o número 13 foi visto como algo ruim em diversas crenças. Na cultura nórdica, por exemplo, 12 divindades estariam participando de um banquete, quando Loki — símbolo da trapaça — teria aparecido de forma inesperado e causado desconforto entre as divindades, tornando-se o 13º membro no banquete — que terminou em tragédia.


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