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Drogas, amantes e prostitutas: a agitada vida sexual de John F. Kennedy

Durante seu governo, o 35º presidente dos Estados Unidos se mostrou um homem com profundos e perigosos desejos sexuais

Pamela Malva Publicado em 22/03/2020, às 15h00

John F. Kennedy, o 35º presidente dos Estados Unidos
John F. Kennedy, o 35º presidente dos Estados Unidos - Wikimedia Commons

Entre os 45 presidentes dos Estados Unidos, John F. Kennedy com certeza foi um dos mais amados pela população. Representando os democratas, ele é uma das grandes personalidades do século 20.

Nascido em Massachusetts, o político casou-se com Jackie Kennedy em 1953. Juntos, os dois formaram uma típica família americana, mas John estava longe de ser o típico homem americano leal e contido que as pessoas esperavam que ele fosse.

Segundo escreveu Seymour Hersh em O Lado Negro de Camelot, o 35º presidente dos Estados Unidos era viciado em sexo. JFK não apenas adorava a luxúria, como costumava dizer que, caso não o praticasse uma vez ao dia, teria dores de cabeça .

Durante seus anos de governo, Kennedy teve uma longa lista de amantes, com as quais praticava muitos dos seus desejos sexuais violentos. Entre as muitas mulheres, o presidente conquistou atrizes, assistentes, prostitutas e senhoritas ligadas à máfia.

Uma das primeiras, a mais apaixonada pelo grande JFK, foi Marilyn Monroe. Em meados de 1962, os dois se conheceram em um jantar em Nova York e, daquele dia em diante, tiveram um breve caso. Enquanto o presidente considerava a atriz como um amor de verão, Marilyn sonhava em ser a primeira-dama.

John F. Kennedy e sua família / Crédito: Wikimedia Commons

 

Depois da artista, veio Judith Exner, ex-chefe da máfia de Chicago Sam Giancana. A mulher era amiga próxima de Frank Sinatra, que, por sua vez, apresentou os dois pombinhos. Eles iniciaram um caso e ela visitava a Casa Branca com frequência. 

A partir desse relacionamento, diversas teorias sobre a relação entre JFK e a máfia foram criadas. Mais tarde, foi comprovado que o governo Kennedy colaborou com os mafiosos durante a Operação Mongoose, que desestabilizou o regime de Castro em Cuba. Judith ainda assumiu ter abortado um filho do presidente.

Em seguida, JFK ainda se relacionou com Inga Arvad, uma espiã soviética, com Anita Ekberg, atriz considerada como sex symbol e Ellen Rometsch, uma garota de programa. Ela, inclusive, foi uma das muitas prostitutas que JFK recebeu na Casa Branca. Rumores ainda diziam que Ellen era uma espiã comunista.

A lista continuou crescendo quando Kennedy se envolveu com Gene Tierney, mais uma atriz, com uma estagiária da Casa Branca — Mimi Alford, que tinha 19 anos e perdeu a virgindade com o presidente em um caso que durou 18 meses. Em entrevistas posteriores, Mimi chegou a dizer que JFK fazia uso de drogas recreativas com ela.

Mary Pinchot Meyer, ex-mulher do agente da CIA, foi um dos casos mais conhecidos do presidente. Em 1964, ela foi misteriosamente baleada, um ano após a morte de Kennedy. Para muitos, ela foi assassinada para que não revelasse detalhes do caso.

Kennedy em coletiva / Crédito: Wikimedia Commons

 

Por fim vieram Priscilla Wear e Jill Cowen, duas secretárias da Casa Branca. Assim como as outras mulheres, ambas caíram nos feitiços do presidente e faziam tudo que ele pedia, religiosamente.

De acordo com Seymour Hersh, a perversão de JFK não era saciada com facilidade e, por vezes, ele pedia ajuda do Serviço Secreto para colocar diversas mulheres dentro da Casa Branca. Muitas delas eram prostitutas oferecidas por figurões do crime.

Em entrevistas para o livro, Seymour entrevistou Sidney Mickelson, diretor de uma galeria de arte em Washington. A galeria tinha bons laços com a Casa Branca e, por vezes, recebia alguns trabalhos do presidente. "Ao longo de vários anos”, contou, “emolduramos uma série de fotografias de pessoas — nuas e frequentemente deitadas em camas — no quarto Lincoln".

É difícil determinar, mas, de acordo com o autor, Kennedy sempre aparecia nas fotos, mascarado. As imagens, assim como a enorme lista de amantes, faziam parte da coleção privada sobre a vida sexual de JFK — que foi bastante movimentada até a sua morte, quando foi assassinado em 1963.


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