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Afinal, a família real britânica é mesmo reptiliana?

Teoria da conspiração diverte e intriga muitas pessoas, mas alguns acreditam piamente que é real. Entenda!

Vinícius Buono Publicado em 12/08/2019, às 14h00

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- Crédito: Reprodução

Uma das teorias da conspiração mais difundidas diz respeito aos reptilianos: enormes répteis humanóides e metamorfos, advindos de uma civilização alienígena tão antiga quanto avançada.

Popularizada pelo famoso conspiracionista britânico David Icke, a conspiração afirma que esses seres, sob disfarces humanos, adquiriram poder político e exercem controle sobre toda a sociedade humana, manipulando-a por baixo dos panos.

Existe, aqui, uma relação intrínseca com os Illuminati, sociedade secreta recorrente em diversas teorias da conspiração que supostamente comandaria os rumos da nossa sociedade, buscando implementar uma Nova Ordem Mundial onde poucos teriam o comando. Para Icke, esses poucos seriam grandes e assustadores lagartos sugadores de sangue.

A primeira referência a reptilianos surgiu num dos contos fantásticos de Robert E. Howard, criador de Conan o Bárbaro, no início do século 20. Ele, por sua vez, teria se inspirado nas ideias de Helena Blavatsky, ocultista russa que fez muito sucesso nos Estados Unidos.

De acordo com Icke, os reptilianos se originam no sistema estelar de Alfa Draconis, mas estão entre nós desde a antiguidade, controlando o destino de toda a humanidade. Apesar de nenhuma prova concreta ter sido oferecida até hoje, cerca de 4% da população dos Estados Unidos diz acreditar neles. Ainda assim, um dos alvos favoritos da teoria está do outro lado do Atlântico: a família real britânica e, mais precisamente, a Rainha Elizabeth II.

A monarquia britânica, por séculos, foi o principal agente político do planeta. No império onde o sol não se punha, diversos territórios ao redor do globo eram dominados diretamente pelos ingleses. A sua influência política e econômica se estendia por quase todo o mundo.

Mesmo com a família real tendo perdido boa parte desse poder nos últimos séculos, muita gente, Icke incluso, não tem dúvidas de que eles são, de fato, reptilianos. 

Para ele, as famílias reais de toda a história descenderam de híbridos entre esses répteis e os humanos, e os reptilianos se casam entre si (como era costume entre a nobreza medieval) para manter essa pureza do sangue herdado dos híbridos e, portanto, a hegemonia entre esse seleto grupo de indivíduos. Ou seja, a família real britânica só é legitima por causa de genética e de antigas linhagens répteis.

A comprovação, de acordo com Icke, está na presença dos seres de sangue-frio em todas as antigas mitologias da humanidade. Segundo ele, a maçã do Éden ter sido oferecida a Eva por uma cobra, um réptil, não é por acaso; e os antigos imperadores chineses ascendiam ao cargo por serem descendentes do deus serpente.

A longevidade da Rainha Elizabeth também deixa muitas pessoas desconfiadas. Com uma vitalidade ímpar para seus 93 anos, ela está no trono desde 1953. Colocando em perspectiva, ela viu 12 diferentes presidentes dos Estados Unidos ao longo de seu reinado.