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De ponto final a Osama Bin Laden: 10 nomes para bebês proibidos em cartórios

Bizarros ou fora do padrão da língua, alguns pais não puderam dar os nomes que queriam aos seus filhos

Isabela Barreiros Publicado em 11/09/2019, às 08h00

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Alguns pais decidem nomear seus filhos com nomes um tanto peculiares. Para evitar aborrecimentos por parte das crianças, as autoridades frequentemente intervêm, proibindo nomes que causem qualquer tipo de transtorno para quem os carrega.

Conheça 10 nomes de bebês que vão do bizarro ao sem sentido e foram proibidos em diversas regiões do planeta.

. (Ponto final)

Esse é um dos nomes presente na lista de 2013 que enumera as palavras que alguns pais tentaram colocar como nome para seus filhos. Esse caso aconteceu na Nova Zelândia e teria sido pronunciado como “ponto final” no cartório.

Osama Bin Laden

Logo após o 11 de setembro, uma família turca que morava na Alemanha teve a fatídica ideia de homenagear o autor do acontecimento. As autoridades alemãs não permitiram que isso acontecesse, alegando que os nomes “não devem levar à humilhação”.

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A lei sueca diz que “os nomes próprios não serão aprovados se puderem causar ofensa ou se puder causar desconforto para quem os usa, ou nomes que, por alguma razão óbvia, não são adequados como primeiro nome”. Um casal tentou dar o código captcha como nome para seu filho, que seria pronunciado “Albin”, mas foi rejeitado.

Anal

Na Nova Zelândia, os nomes passam por um tipo de análise pelo governo. Se forem considerados muito fora do comum, são adicionados à lista de nomes proibidos. Esse é o caso de “Anal”.

Robocop

No México, há pelo menos um garoto que se chama Robocop. Depois dele, o nome passou a ser proibido nas listas de registros do país.

@

Como a maioria dos países, a China não aprova nomes que contenham caracteres especiais e números. Lá, o símbolo é pronunciado como “ai-ta”, que se parece com “ame-o”, na mesma língua. O governo chinês não achou isso uma boa ideia e não permitiu o registro.

Venerdi (sexta-feira)

O governo italiano proíbe nomes que "provavelmente limitem a interação social e criem insegurança". Assim, consideraram inadequado que os pais nomeassem seu filho “sexta-feira”.

Sarah

Famílias marroquinas devem adotar nomes que representem a “identidade marroquina”. “Sarah” com a letra H é proibido por ser considerado de ortografia hebraica, o certo, no país, seria nomear sua filha de “Sara”.

Akuma (diabo)

O caso do bebê Diabo virou uma novela no Japão na época em que aconteceu, envolvendo até o gabinete do primeiro-ministro. “Não é apropriado instruir os pais a mudar o nome dos filhos sem base legal”, disse o ministro da Justiça. Em todo caso, o nome acabou sendo proibido no país.

Nutella

Um casal decidiu nomear a filha com o nome de Nutella, mas o juiz que coordenou o caso não achou isso adequado. Eles decidiram, então, adotar um nome mais encurtado, “Ella”.