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A história por trás da competição: Quem foram os Libertadores da América?

61ª edição do torneio mais importante do continente termina hoje, 30, com final entre Palmeiras e Santos. Mas, afinal, por que a competição leva esse nome?

Fabio Previdelli Publicado em 30/01/2021, às 00h00

Da esquerda para direita: José Miguel Carrera, Antonio José de Sucre, Dom Pedro I, Simon Bolívar e José Gervasio Artigas
Da esquerda para direita: José Miguel Carrera, Antonio José de Sucre, Dom Pedro I, Simon Bolívar e José Gervasio Artigas - Montagem // Wikimedia Commons

Daqui algumas horas, Palmeiras e Santos entrarão em campo no Estádio do Maracanã para a disputa de mais uma final da taça Libertadores da América. Ambos os times participam de sua quinta decisão, sendo a equipe da baixada santista três vezes campeã do torneio, enquanto o alviverde paulista luta pelo seu bicampeonato. 

Esta será apenas a terceira vez que times brasileiros se enfrentam na finalíssima da competição, que está em sua 61ª edição. Em 2005, o São Paulo jogou contra o Athletico Paranaense — se sagrando campeão. Já no ano seguinte, o tricolor do Morumbi perdeu para os gaúchos do Internacional. 

Entretanto, o jogo de hoje marca o primeiro clássico regional na final da competição e também o 20º título brasileiro no torneio continental. Apesar de ser um campeonato tradicionalíssimo, poucos conhecem a história daqueles que dão nome ao torneio. Afinal, quem foram os libertadores da América? 

A história por trás da taça Libertadores

O campeonato mais importante de América Latina — e um dos mais tradicionais do mundo — foi batizado em homenagem ao conjunto de líderes que foram os responsáveis nos processos de independência de seus países, principalmente aqueles que se uniram e lutaram contra o Império Espanhol nos séculos 18 e 19.

O principal integrante dessa lista é o venezuelano Simón Bolívar que, inclusive, recebeu o apelido de El Libertador. Bolívar foi o grande responsável pela independência de diversos países como: a própria Venezuela, a Colômbia, o Equador, o Panamá, o Peru e a Bolívia — a importância do líder nesse último país é tão grande que há um clube batizado em sua homenagem, o Bolívar.

Outro grande nome desse grupo é o de José de San Martin. O general argentino foi o primeiro líder da parte sul do continente a obter êxito na separação com a Espanha. Além de sua nação, ele também foi importante no processo de independência do Chile e do Peru.

Bolívar e San Martin uniram forças contra os espanhóis após a Conferência de Guayaquil. Juntos, eles tinham o objetivo de fazer da América do Sul uma nação livre e única. Além da expulsão dos espanhóis, a dupla também incentivou a eclosão de movimentos pelo continente.

Nessa lista, há também aqueles líderes que são considerados menos guerreiros, como Dom Pedro I, que proclamou a independência brasileira muito mais em virtude de um projeto político e diplomático do que de um caráter libertador propriamente dito.

Para fechar o grupo, também podemos citar: José Gervasio Artigas, do Uruguai; Bernardo O’Higgins, do Chile; José Miguel Carrera, do Chile; Manuel Belgrano, da Argentina; Antonio José de Sucre, da Venezuela; e José Joaquín de Olmedo, do Equador.


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