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Por que a água-viva queima?

Curiosamente, o que sentimos ao tentar tocar no animal não é uma queimadura

Shirley Paradizo Publicado em 16/09/2020, às 15h17

Uma água-viva
Uma água-viva - Imagem de Pexels por Pixabay

Água-viva é um nome genérico para se referir a qualquer animal do filo dos cnidários que tenha o corpo gelatinoso em forma de sino ou campânula e que tenha a capacidade de nadar. Entre os cnidários, existem quatro grupos de águas-viva.

A água-viva não tem esse nome por acaso: 98% de seu corpo é formado de água. A água-viva é composta por cerca de 98% de água. Por isso, quando encalha na areia da praia, ela desaparece à medida que a água evapora.

Elas queimam?

Esse animal marinho gelatinoso não tem cérebro, ossos ou coração. Ele possui sensores luminosos e táteis espalhados pelo corpo. Se um dos tentáculos encostar em qualquer coisa, células especiais liberam uma espécie de agulha que injeta veneno e paralisa o inimigo. Assim, ela consegue se defender e capturar comida.

Portanto, o que acontece quando a água-viva entra em contato com a nossa pele não é uma queimadura, mas um envenamento acidental. Com o contato, essas células que liberam o veneno são estimuladas.

A ação das toxinas varia de acordo com o organismo, mas ela constuma ser interpretada pelo nosso cérebro como uma dor intensa, semelhante à queimadura.

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