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Curiosidades / Ciclone no Brasil

Qual a diferença entre ciclone, tufão e furacão?

Com a chegada do ciclone Yakecan no Brasil, entenda o que difere um termo do outro

Redação Publicado em 18/05/2022, às 10h27

Imagem meramente ilustrativa - 0fjd125gk87, via Pixabay
Imagem meramente ilustrativa - 0fjd125gk87, via Pixabay

O Rio Grande do Sul fora afetado pela passagem do Yakecan, ciclone tropical com rajadas de vento de até 110 quilômetros por hora, na última terça-feira, 18. Marcado por quedas de árvores e postes de eletricidade, a passagem tem gerado caos em pelo menos vinte e seis municípios do estado, afinal, os moradores estão sem energia em suas residências.

Chamado 'Yakecan', o fenômeno costuma se limitar ao oceano, englobando a frente fria comum nesta época do ano, todavia, meteorologistas se depararam com a sua chegada inesperada na direção do continente, entrando em contato com o sul do Brasil e com o Uruguai.

Essa tempestade mescla características de um ciclone extratropical e um tropical. À medida que ela se aproxima do litoral, ela também pode se intensificar, com a pressão em seu centro caindo muito. Por isso é um ciclone anômalo, com características especiais", explicou Estael Sias, da Metsul Meterologia, em entrevista à Folha de São Paulo. 

Assim, muitos devem se perguntar o que diferencia um ciclone de um furacão. Ou até mesmo, o que diferencia esses dois fenômenos de um tufão, por exemplo. 

Diferentes nomes

Conforme repercutido pela BBC Brasil em reportagem de 2018, todos esses termos se referem a tempestades tropicais. O que, de fato, diferencia a nomenclatura são os locais onde ocorrem. 

Se um fenômeno do tipo se manifesta no norte do Oceano Atlântico e nordeste do Pacífico, o nome utilizado é furacão. Por outro lado, se a tempestade ocorre no noroeste do Oceano Pacífico, o nome empregado é tufão.

Quanto ao ciclone, termo que tem sido bastante escutado por brasileiros nos últimos dias, compreende uma tempestade tropical que ganha forma no Pacífico Sul e Oceano Índico.

O que classifica esses fenômenos?

Mas afinal, o que classifica esses fenômenos? Bom, o National Geographic Brasil repercute que a classificação ocorre quando a tempestade registra velocidades intensas de vento. Especificamente, para ser determinada como ciclone, furacão ou tufão, a tempestade precisa ser caracterizada velocidades de ventos que tenham, ao menos, 119 km/h. 

Por outro lado, caso o fenômeno registre velocidades de 179 km/h, passa a ser classificado como um 'furacão intenso'. A partir dos 241 km/h, passa a ser chamado de 'supertufão'. 

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