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Scanner em aeroportos e carro sem motorista: Como o futuro foi apresentado em 'Total Recall'

Estrelado por Arnold Schwarzenegger, o filme projeta quais inovações e tecnologias inusitadas teríamos no ano de 2048

Redação Publicado em 08/08/2021, às 10h00

Cena do longa 'Total Recall'
Cena do longa 'Total Recall' - Divulgação/ Universal Pictures

'Total Recall', ou 'O vingador do futuro', no Brasil, é um dos maiores clássicos da Era Arnold Schwarzenegger, quando o ator austríaco reinava absoluto no universo cinematográfico. O filme se baseia num roteiro de Phillip K. Dick e se passa em 2048.

Douglas Quaid, um honesto e, aparentemente, bem remediado trabalhador da construção civil, decide experimentar “férias virtuais”, implantando uma aventura em sua mente. No filme inteiro, paira a dúvida se o que ele está vivendo é realidade ou fantasia.

Ele acorda da própria máquina de implantar histórias para descobrir que era um agente secreto cuja memória havia sido apagada. O protagonista, então, viaja para Marte, na tentativa de se reencontrar com seu passado, defender os fracos e oprimidos, e acabar terraformando o planeta com tecnologia alienígena.

Ainda não pusemos o pé no Planeta Vermelho e, se não tivermos feito isso até 2048, será tão frustrante para nós quanto seria para alguém em 1990. Cientistas da Nasa acreditam que, até lá, é quase certo que encontraremos vida alienígena — mas eles só esperam achar microrganismos, não benfeitores verdes.

Nada de implantar memórias ainda, mas a realidade virtual está aí, ainda que de forma bem mais mundana. Poderes psíquicos — uma das obsessões de Phillip K. Dick — continua a ser pseudociência, que o escritor nos perdoe.

Foi nas pequenas previsões, todas ainda na Terra, que o filme acertou. Primeiro, Quaid tem TVs de tela plana nas paredes, que passam paisagens estáticas para criar um ambiente relaxante. Quando a história toma uma curva para a aventura, ele pega um táxi sem motorista — uma visão que o Google está tornando realidade agora.

Ainda na Terra, ele é perseguido por meio de um chip colocado em seu crânio, que parece transmitir coordenadas em GPS a aparelhos com mapas. Ao usar o espaçoporto, os passageiros precisam atravessar scanners de raio x, que se tornou uma incômoda realidade após a paranoia com o terrorismo dos anos 2000.


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