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Uma sex symbol frustrada: a vida íntima da histórica Sharon Tate

Por anos, a atriz de Hollywood teve amores equivocados e relacionamentos fracassados até encontrar sua alma gêmea

Pamela Malva Publicado em 07/05/2020, às 17h30

Sharon Tate, um dos maiores símbolos sexuais de Hollywood
Sharon Tate, um dos maiores símbolos sexuais de Hollywood - Wikimedia Commons

Existe aquele tipo de pessoa que, desde o nascimento, parece estar destinada ao estrelato. Seja nos palcos, na frente das câmeras ou com um instrumento nas mãos, certos artistas foram feitos para os holofotes.

Foi esse o caso de Sharon Tate, um dos maiores símbolos sexuais dos Estados Unidos. Dona de cabelos loiros brilhantes, a atriz chamava atenção não só por sua beleza, mas também por seu incrível carisma e atuação.

Mesmo não amando o posto de colírio, a jovem teve uma carreira meteórica antes de encontrar um fim trágico e prematuro, causado por fanáticos da família Manson. Antes disso, no entanto, Sharon teve uma vida agitada, cheia de amores singulares.

Sharon em 1967 / Crédito: Wikimedia Commons

Uma estrela na caixa

Com olhos ternos e cabelos abundantes, a gentil Sharon Tate nasceu em janeiro de 1943. Filha mais velha de um pai militar, ela cresceu entre diversas mudanças, mas nunca perdeu o equilíbrio ou a bondade.

Segundo amigos e familiares, a jovem era extremamente doce, carinhosa e animada. Aos 6 anos, enquanto morava no Texas, ganhou o primeiro dos muitos concurso de beleza que participaria, sempre com um sorriso imbatível no rosto.

Em Vicenza, na Itália, formou-se no ensino médio e participou de mais algumas competições. Decidiu, no entanto, que sua carreira não estava em estúdios fotográficos ou passarelas, mas sim na frente das câmeras e das claquetes.

O começo de um sonho

Em meados de 1962, aos 19 anos, Sharon mudou-se para Los Angeles. Na terra dos artistas, a aspirante a atriz começou a construir sua extensa lista de contatos e, assim, conheceu Richard Beymer, um ator, diretor, roteirista e produtor americano.

O contato, inicialmente, foi mantido através do agente do artista e os dois começaram uma boa amizade. Nesse meio tempo, Sharon encontrou o ator francês Philippe Forquet. Os dois começaram a namorar e, de repente, o artista estrangeiro pediu a mão da jovem.

Apesar das constantes brigas, o casal enfim combinou o noivado. Durante um briga intensa, no entanto, Philippe agrediu a jovem atriz, que teve de ser internada com graves ferimentos. O amor juvenil acabou alí e Sharon terminou o noivado.

Uma vez na Itália, a jovem foi contratada como figurante no longa As Aventuras de Um Jovem e se aproximou ainda mais de Richard Beymer. O relacionamento dos dois logo flutuou de profissional para amoroso e, em pouco tempo, os artistas ficaram noivos.

Sharon no filme Olho do diabo / Crédito: Wikimedia Commons

 

Uma lista toda riscada

A relação próxima e íntima entre Sharon e Richard, todavia, não durou muito e os dois voltaram ao status de amigos que trabalhavam juntos eventualmente. Depois disso, a atriz passou a sentir-se desiludida pelos amores passageiros de Hollywood.

Tudo mudou quando Jay Sebring apareceu na equação, em 1964. Ex-marinheiro norte-americano, o homem agora era um respeitado cabeleireiro, amado por diversos artistas. A atração foi instantânea e um logo conquistou o coração do outro.

Mais tarde, apaixonado pela jovem artista, Jay pediu Sharon em casamento. Com sua carreira em mente, contudo, a atriz rejeitou o noivado. Para a moça, um matrimônio significava o fim das atuações, colocando seu árduo trabalho em risco.

A felicidade, todavia, pareceu ter finalmente chego em meio ao set de filmagens do filme A Dança dos Vampiros, em 1967. Por trás das câmeras, Sharon se apaixonou perdidamente por Roman Polanski, o diretor, produtor, roteirista, e ator francês.

Sharon e Roman Polanski / Crédito: Wikimedia Commons

 

A verdadeira paixão

O brilho estava de volta aos olhos de Sharon e ela estava contente com seu mais novo companheiro. “Roman e Sharon tinham uma verdadeira história de amor", disse Debra, a irmã da atriz, em entrevista ao New York Times, em 2018.

Em 1968, após meses trabalhando para o produtor Martin Ransohoff em papéis simplórios na televisão, Sharon foi indicada ao Globo de Ouro de melhor revelação pelo filme O Vale das Bonecas. Naquele mesmo ano, seu relacionamento com Roman se consolidou e os dois se casaram. 

Por meses, a carreira de Sharon decolou como um foguete — o único lado ruim eram as constantes tentativas de Hollywood em transformá-la em “um símbolo sexual, uma pata loira”. Fora isso, as coisas iam bem e, aos 26 anos, ela ficou grávida de Roman.

O sonho da vida perfeita, entretanto, chegou ao fim um ano mais tarde, em agosto de 1969. Certa noite, quatro seguidores de Charles Manson invadiram a casa de Sharon e Roman, em Los Angeles, e ceifaram a curta e brilhante vida da artista.


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