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Vale a pena ver de novo: Bohemian Rhapsody

Filme narra a história da banda que nunca foi esquecida e de seu carismático vocalista: Freddie Mercury

Redação Publicado em 04/07/2021, às 09h00

Cena do filme Bohemian Rhapsody (2018)
Cena do filme Bohemian Rhapsody (2018) - Divulgação/20th Century Fox

No dia 31 de agosto de 1975, as rádios rock foram invadidas por uma música que trazia algo diferente. Com uma duração de seis minutos, o single Bohemian Rhapsody era uma mistura de balada, ópera e rock pesado.

E, apesar do exaustivo tempo de duração, as rádios se renderam ao público. A canção tocava várias vezes no mesmo dia. Um sucesso absoluto: alcançou o topo do UK Single Charts e outras paradas ao redor do mundo.

Deu à banda Queen o seu maior hit nas paradas. Entretanto, a trajetória dos músicos até o auge não foi simples. Um drama que leva o nome da música, dirigido por Bryan Singer e Dexter Fletcher, foi lançado em 2018, reproduzindo a história de Freddie Mercury e dos outros membros da banda.

Mercury é representado por Rami Malek (famoso por Mr. Robot), vencedor de um Emmy e Oscar pelo filme.

“A maior honra em interpretar alguém como Freddie Mercury é conseguir a aceitação dos lendários companheiros de banda, Brian May e Roger Taylor”, afirmou o ator em entrevista ao comediante Jimmy Kimmel na estreia.

No filme, é encenado, por exemplo, o momento da década de 70 em que o cantor ainda jovem se torna vocalista da banda, a gravação das músicas que levaram o grupo a conquistar uma legião de fãs, as polêmicas internas dos integrantes e a vida íntima e luta de Mercury contra a aids, que causou o seu óbito no final de 1991.

Além disso, o público é levado de volta para 1985, especificamente para o momento em que o Queen se apresenta no notório festival Live Aid, realizado no Estádio de Wembley, em Londres, ao lado dos grandes, numa ação para combater a fome na Etiópia.