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Apresentador sugere que infectados pela Covid-19 sejam enviados para “campos de concentração”

Marcão do Povo, que comanda o Primeiro Impacto do SBT, fez a polêmica sugestão ao presidente Jair Bolsonaro

Fabio Previdelli Publicado em 08/04/2020, às 12h24

Imagem ilustrativa de uma pessoa usando máscara
Imagem ilustrativa de uma pessoa usando máscara - Pixabay

Após minimizar as complicações do novo coronavírus, o apresentador conhecido como Marcão do Povo, do programa Primeiro Impacto, do SBT, aproveitou seu espaço para sugerir ao presidente Jair Bolsonaro que o Exército e a Marinha montassem um “Campo de Concentração” para tratar os infectados de Covid-19.

"Não seria interessante pegar, por exemplo, o Exército, a Aeronáutica, a Marinha, montar um ‘Campo de Concentração’, de cuidados, com os equipamentos mais sofisticados, com os melhores profissionais, e colocar essas pessoas com problemas ou com sintomas?”, disse.

O apresentador Marcão do Povo / Crédito: Divulgação

 

“E acaba também de ter que espalhar dinheiro pros estados. Esse negócio de vários governadores que nem sequer um caso foi comprovado e o estado decretou calamidade. O estado tem necessidade de decretar calamidade? Não tem!”, continuou.

“O senhor [Jair Bolsonaro] é o presidente da República, dá um decreto, põe o exército nas ruas, e aí o governador que descumprir… cana. Monta um campo, um local adequado e trata as pessoas lá. Os comércios abre (sic) e funcionam tudo normalmente, para não ter esse negócio de espalhar dinheiro e todo mundo estar vivendo desse jeito”, concluiu.

Campos de Concentração

Vale ressaltar que, durante a Segunda Guerra, os Campos de Concentração eram usados pelos nazistas como prisões para judeus, homossexuais e negros. Além do trabalho forçado, muitas pessoas eram submetidas a condições sub-humanas e mortas nas chamadas câmaras de gás. Historiadores e especialistas estimam que seis milhões de pessoas foram mortas durante o Holocausto.

Coronavírus no Brasil

Na tarde de ontem, 7, o Ministério da Saúde relatou que 13.717 pessoas já foram infectadas pelo novo coronavírus, com 667 mortes. O balanço mostrou que nas últimas 24 horas, o país registrou sua maior taxa de mortalidade: com 114 óbitos. A taxa de mortalidade do vírus por aqui está em 4.9%, o que pode indicar que exista milhares de casos que ainda não foram registrados. A atualização desses dados deve ocorrer na tarde de hoje.


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