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Brasil fecha acordo com Pfizer e Janssen para a compra de 138 milhões de doses de vacinas

Imunizantes da Pfizer devem chegar ao país já no segundo trimestre, enquanto os da Janssen só a partir de julho. Saiba mais detalhes!

Fabio Previdelli Publicado em 20/03/2021, às 08h59

Fotografia meramente ilustrativa de várias vacinas contra o coronavírus
Fotografia meramente ilustrativa de várias vacinas contra o coronavírus - Pixabay

Segundo o ministério da Saúde, o Governo Federal assinou acordo para receber 138 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 fabricadas pelas farmacêuticas Janssen (que pertence ao grupo Johnson & Johnson) e Pfizer. As informações são do G1. 

Desse total, 100 milhões de doses seriam fabricadas pela Pfizer e o restante, 38 milhões, pela Janssen. Até o momento, o país já autorizou o registro definitivo de dois imunizantes: o da AstraZeneca/Oxford e o da Pfizer.  

A Janssen, por sua vez, ainda não possui o registro definitivo e nem autorização para o para uso emergencial. Porém, a Organização Mundial da Saúde (OMS), já aprovou seu uso emergencial. Entre as vacinas aplicadas no mundo, a fabricada pelo grupo Johnson & Johnson é a única que requer somente uma dose por pessoa.  

Com os acordos recém fechados, o ministério da Saúde informou que o país já contratou 562 milhões de doses de vacinas para 2021. A pasta ainda informou que os primeiros imunizantes da Janssen devem chegar a partir do terceiro trimestre por aqui; enquanto os da Pfizer devem chegar a partir do segundo trimestre.  

Entretanto, uma nota divulgada pelo ministério informou que as datas podem sofrer alteração dependendo da "disponibilidade de doses e a real entrega dos quantitativos realizada pelos fornecedores". 

Ao todo, o Brasil pagará 1 bilhão de dólares pelo acordo com a Pfizer — valor de 10 dólares por dose. Já o contrato com a Janssen prevê que o mesmo valor seja pago por dose e que 95 milhões de dólares sejam pagos na primeira parcela do acordo.