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Com falta de Coronavac, 6 capitais brasileiras suspendem imunização

As informações foram levantadas pela CNN junto às secretarias municipais de saúde, no último domingo, 2

Giovanna Gomes, sob supervisão de Thiago Lincolins Publicado em 03/05/2021, às 07h02

Imagem ilustrativa de vacina
Imagem ilustrativa de vacina - Getty Images

De acordo com um levantamento realizado pela CNN junto às secretarias municipais de saúde no último domingo, 2, ao menos seis capitais brasileiras tiveram de interromper a imunização contra a Covid-19 com a Coronavac por falta da vacina. Conforme informou o veículo, as cidades afetadas são Porto Velho (RO), Fortaleza (CE), Aracaju (SE), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS).

No caso da capital fluminense, a paralisação afeta a aplicação da primeira e da segunda doses do imunizante. Conforme a Secretaria Municipal de Saúde, o Rio de Janeiro mantinha uma reserva técnica, mas esta já se esgotou. Agora, com a Coronavac em falta, será necessário adiar a aplicação da segunda dose por dez dias. Somente idosos acima de 70 anos e pessoas acamadas poderão receber a segunda dose em dia.

Nas demais capitais mencionadas, há falta de vacinas para quem precisa tomar a segunda dose.

Uma nova remessa da Coronavac deve chegar a Porto Velho na próxima semana enquanto, no caso de Recife, será preciso remarcar a aplicação da dose de reforço para quem fez agendamento entre 29 de abril e 9 de maio. 

Já a Secretaria Municipal de Saúde de Aracaju, aguarda a chegada da segunda dose para estabelecer um novo cronograma para aqueles que já receberam a primeira. A vacinação com o imunizante da AstraZeneca, segue sem interrupções nesta e nas demais capitais. 

Sobre a Covid-19

De acordo com as últimas informações divulgadas pelos órgãos de saúde, atualmente, o Brasil registra 14,8 milhões de pessoas infectadas, e as mortes em decorrência da doença já chegam em 408 mil no país.  

Em 1º de dezembro de 2019, o primeiro paciente apresentava sintomas do novo coronavírus em Wuhan, epicentro da doença na China, apontou um estudo publicado na revista científica The Lancet em fevereiro deste ano.