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Coronavírus: pela primeira vez, China apresenta diminuição da propagação da doença

Em decorrência do pequeno estado de "normalidade", residentes dos bairros onde não há mais a incidência do vírus, podem deixar suas respectivas casas

Gabriel Fagundes Publicado em 19/03/2020, às 12h03

Chineses usando máscaras para se prevenirem contra o coronavírus
Chineses usando máscaras para se prevenirem contra o coronavírus - Getty Images

Eficiência virou de sinônimo de contenção quando se tem um vírus que se alastrou por todos os continentes. E foi justamente esse fator que foi observado na China, com a diminuição da propagação local do coronavírus, pela primeira vez, desde o começo da enfermidade.

Embora a comissão nacional de saúde chinesa tenha divulgado hoje,19, que existem 34 novos casos, eles não são nacionais - são todos vindos do exterior. Em Hubei, província no qual teve a gênese do problema no final do ano passado, não houve novas incidências de nenhum tipo desde ontem. O que representa um grande avanço para a população.

Em decorrência, as autoridades estão mais liberais com as restrições impostas anteriormente. Assim, as pessoas que residem em locais considerados livres do coronavírus podem sair de suas casas para realizar atividades em determinados pontos e horas do dia.

Nessas áreas livres de infecções, o prazo é de uma semana para poder andar livremente, desde que não se reúnam em grupos. As autoridades ainda pontuaram que 78% das áreas residenciais da cidade estão livres da doença.

Contudo, apesar da situação de tranquilidade estar pairando os chineses, existe ainda a preocupação de uma segunda onda de infecções impulsionada por pessoas que retornam do exterior. Porém, apesar da existência dessa possibilidade a China foi beneficiada com o fechamento das fronteiras tanto Austrália quanto da Nova Zelândia.