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Elizabeth II só deve retomar deveres públicos após descoberta de uma vacina, segundo biógrafo real

Andrew Morton garantiu que, apesar da reclusão no castelo de Windsor, a monarca conversa periodicamente com Boris Johnson e recebe todas as semanas uma caixa com documentos do governo

Fabio Previdelli Publicado em 11/05/2020, às 17h00

Rainha Elizabeth II em evento oficial
Rainha Elizabeth II em evento oficial - Getty Images

Apesar do Primeiro-ministro Boris Johnson ter anunciado um plano de flexibilização progressiva que deve entrar em vigor já na próxima semana, a rainha Elizabeth II deve ir na contramão dessa tendência e ficar reclusa por um bom tempo. Alguns, inclusive, acreditam que ela deva retomar as atividades apenas quando uma vacina for descoberta, conforme revelou o jornal Daily Mail.

Assim, as audiências no Palácio de Buckingham ou quaisquer outros compromissos reais devem ser adiados nos próximos meses. Segundo Andrew Morton, biógrafo real, Elizabeth, que recentemente completou 94 anos, só deverá ser vista pela TV e nas redes sociais da família real.  

"É terrivelmente triste, mas não tem como ela voltar para o trabalho usual. A Covid-19 vai ficar por aí por meses, ou anos. Seria um risco muito grande se ela começasse a encontrar pessoas", explicou.

Na manhã desta segunda-feira, 11, um porta-voz da residência oficial da monarca relatou que a rotina da rainha continua a todo vapor: com audiências periódicas por telefone com Johnson. Ela também recebe uma caixa vermelha todas as semanas com documentos do governo.

Atualmente, Elizabeth II está reclusa no castelo de Windsor, onde deve ficar por um bom tempo, afinal, sua agenda já está preenchida até o outono do hemisfério norte — e o palácio de Buckingham ficará fechado durante o verão.