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Feriado de Páscoa foi marcado por missas em Igrejas brasileiras

Atividades religiosas foram celebradas de diferentes formas pelas igrejas do país

Fabio Previdelli Publicado em 05/04/2021, às 14h21

Imagem ilustrativa de igreja
Imagem ilustrativa de igreja - Pixabay

Na semana em que o Brasil totalizou uma média diária de 2.747 mortes em decorrência de complicações da Covid-19, conforme apontou o consórcio dos veículos de imprensa — que reúnem os números do novo coronavírus no país juntos as secretarias de saúde —, uma polêmica decisão foi tomada por Kassio Nunes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF): a liberação de atividades religiosas.  

Com isso, conforme aponta matéria do O Globo, o domingo de Páscoa foi celebrado de diferentes formas pelas igrejas do país. Na Basílica de Aparecida, por exemplo, a tradicional missa reuniu 154 pessoas durante a manhã de domingo, 4. 

Por lá, fiéis assistiram à missa das 8h com máscaras e respeitando o distanciamento social nos bancos. Já na Catedral da Sé, na capital paulista, o cardeal Odilo Pedro Scherer conduziu uma missa que foi transmitida ao vivo pelas redes sociais. A igreja ficou vazia para evitar a aglomeração de pessoas. 

O mesmo aconteceu em Belo Horizonte, em cerimônia realizada na Basílica Nossa Senhora da Piedade, em Caeté. Já em Curitiba, o padre Reginaldo Manzotti realizou uma missa no estilo drive-thru, com pessoas acompanhando em seus carros a celebração que aconteceu fora da Igreja do Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe. 

Na Catedral do Rio, por sua vez, a missa também foi realizada respeitando os protocolos de segurança, com a limitação de apenas 30% da ocupação total do espaço. Porém, como informou O Globo, apesar da Arquidiocese ter trocado a tradicional distribuição de alimentos para pessoas em situação de rua nas dependências do local, ainda assim houve aglomeração nos diversos pontos do Centro do Rio onde a distribuição foi feita. 

Sobre a Covid-19

De acordo com as últimas informações divulgadas pelos órgãos de saúde, atualmente, o Brasil registra mais de 13 milhões de pessoas infectadas, e as mortes em decorrência da doença já bateram a marca dos 331.000 no país.  

Em 1º de dezembro de 2019, o primeiro paciente apresentava sintomas do novo coronavírus em Wuhan, epicentro da doença na China, apontou um estudo publicado na revista científica The Lancet em fevereiro deste ano.  

De lá pra cá, a doença já infectou 131 milhões de pessoas ao redor do mundo, totalizando mais de 2,85 milhão de mortes, sendo mais de 331 mil delas apenas no Brasil, que está no segundo lugar entre os países onde mais pessoas morreram por complicações da Covid-19.