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SP: Iniciada a vacinação de pessoas entre 60 e 62 anos com imunizante da Pfizer

A medida estadual também causou a reabertura dos pontos de aplicação em drive thru

Redação Publicado em 06/05/2021, às 08h32

Frasco do imunizante da Pfizer
Frasco do imunizante da Pfizer - Getty Images

O Prefeitura de São Paulo anunciou que iniciará a antecipação da faixa etária de vacinação em relação a outros municípios e estados do Brasil, permitindo a vacinação de pessoas entre 60 e 62 anos a partir desta quinta-feira, 6, já prevendo a alta demanda pelo grupo que abrange, como informa a CNN.

A medida aproveita a chegada das primeiras 135,7 mil doses enviadas pela farmacêutica estadunidense Pfizer, que foram recebidas no município dois dias antes do anúncio. Visto que o grupo anterior ainda está sendo vacinado, a Secretaria de Saúde organizou algumas medidas para possibilitar mais postos de aplicação.

Os drive thrus, modalidade que permite aplicação dentro do carro, foram reabertos na capital paulista, acrescentando também postos especiais em centros de grande circulação, como farmácias, igrejas e praças. As Unidades Básicas de Saúde (UBS) irão manter o cronograma de aplicações sem alterações.

A orientação de aplicação já foi adicionada no site Vacina Já, que visa criar um pré-cadastro para aplicações na população paulista para reduzir o tempo de atendimento e mapear as regiões de necessidade de envio ou adiantamento.

Sobre a Covid-19

De acordo com as últimas informações divulgadas pelos órgãos de saúde, atualmente, o Brasil registra 14,9 milhões de pessoas infectadas, e as mortes em decorrência da doença já chegam em 414 mil no país.  

Em 1º de dezembro de 2019, o primeiro paciente apresentava sintomas do novo coronavírus em Wuhan, epicentro da doença na China, apontou um estudo publicado na revista científica The Lancet em fevereiro deste ano.  

De lá pra cá, a doença já infectou 154 milhões de pessoas ao redor do mundo, totalizando mais de 3,2 milhões de mortes, sendo mais de 414 mil delas apenas no Brasil, que está no terceiro lugar entre os países onde mais pessoas morreram por complicações da Covid-19.