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Vacinação contra o novo coronavírus começa no próximo domingo na França

Segundo o ministro da Saúde, Olivier Véran, a vacinação deve ser iniciada com os franceses que pertencem aos grupos de risco

Penélope Coelho Publicado em 21/12/2020, às 08h57

Imagem meramente ilustrativa de seringas hospitalares
Imagem meramente ilustrativa de seringas hospitalares - Divulgação/Pixabay

De acordo com informações da agência de notícias Reuters, divulgadas pelo UOL, nesta segunda-feira, 21, o ministro da saúde da França, Olivier Véran, anunciou através de sua conta no Twitter, que a vacinação contra o novo coronavírus no país irá começar no próximo domingo, 27.

A vacina contra a Covid-19 que deve ser aplicada na França será a que está sendo fabricada em parceria entre a empresa norte-americana Pfizer e a alemã BioNTech. A vacina em questão passará por outra avaliação do órgão regulador de medicamentos da Europa, nesta segunda-feira. Espera-se que o resultado sinalize o início da vacinação na França.

Segundo Véran, a campanha de imunização contra o novo coronavírus deve começar pelos indivíduos mais propícios a desenvolverem maiores problemas caso se contaminem, como os idosos.

“Domingo começaremos a vacinar na França. Os mais vulneráveis entre nós em primeiro lugar, após exame médico, informação e consentimento. Um início tranquilo, atento à segurança de todos e respeitando nossos compromissos éticos”, escreveu Olivier.

Sobre a Covid-19

De acordo com as últimas informações divulgadas pelos órgãos de saúde, a França tem atualmente 2.473.354 casos de infecção pelo novo coronavírus, com 60.549 mil mortes registradas em decorrência da doença.

Em 1º de dezembro de 2019, o primeiro paciente apresentava sintomas do novo coronavírus em Wuhan, epicentro da doença na China, apontou um estudo publicado na revista científica The Lancet em fevereiro deste ano.  

De lá pra cá, a doença já infectou mais de 76 milhões de pessoas ao redor do mundo, totalizando mais de 1.693.447 milhão de mortes, sendo mais de 186 mil delas apenas no Brasil, que está no segundo lugar entre os países onde mais pessoas morrerem por complicações da Covid-19. O primeiro deles é os EUA, com mais de 317 mil.