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Testeira

Sapatos com plataforma e 'ressaca' do Vietnã: 8 curiosidades sobre o filme 'Top Gun'

Longa de ação que lançou Tom Cruise ganha sequência 36 depois

Daniel Bydlowski, cineasta // adaptações feitas por Isabelly Lima Publicado em 27/05/2022, às 18h54 - Atualizado em 19/06/2022, às 08h00

Tom Cruise no trailer de "Top Gun: Maverick" e pôster apresentado durante evento em Los Angeles, em 2010 - Reprodução Youtube / Paramount Brasil / Getty Images
Tom Cruise no trailer de "Top Gun: Maverick" e pôster apresentado durante evento em Los Angeles, em 2010 - Reprodução Youtube / Paramount Brasil / Getty Images

Depois de 36 anos, finalmente podemos ver o que aconteceu com o piloto de caça mais queridinho das telonas. Tom Cruise revive Maverick no novo longa “Top Gun: Maverick”, que chegou às telonas no último mês. Programada para 2020, a estreia foi adiada para 2022 após o período de pandemia da covid-19. Na continuação, Maeverick agora é um instrutor de voo experiente da Marinha dos Estados Unidos, que precisará treinar um grupo de aviadores.

Além de Cruise, Val Kilmer também voltará para seu papel original, como Iceman, arquirrival de Maverick no primeiro longa. Kilmer precisou ter as falas produzidas digitalmente, já que perdeu a voz após passar por um câncer na garganta.

Voltando às origens

O clássico que serviu de base para o então lançamento foi “Top Gun – Ases Indomáveis”, filme de 1986, que mistura ação e drama romântico. Dirigido por Tony Scott e escrito por Jim Cash e Jack Epps Jr., o longa foi o responsável por criar a imagem de galã do astro de Hollywood Tom Cruise.

Na trama, o ator protagoniza o Tenente Pete Maverick Mitchel, piloto de caça da marinha americana, que, após viver uma tensa situação com outros companheiros, é enviado para uma academia de pilotos, em Miramar, junto com seu co-piloto Nick Goose Bradshaw (Anthony Edwards).

Lá, Maverick se vê dividido entre os estudos e práticas aéreas, almejando voltar à ativa o mais rápido possível, e um novo interesse: Charlie Blackwood (Kelly McGillis), instrutora na academia, que depois acaba se envolvendo com o mocinho. E como toda boa história, há também um vilão, Iceman, vivido por Val Kilmer, que tenta de tudo para atrapalhar o avanço do protagonista. A academia é o que intitula o filme, pois se chama “Top Gun”. O longa é um dos clássicos do cinema, não há quem nunca assistiu ou nunca ouviu falar sobre ele.

Para prepara-los para ‘Top Gun: Maverick’, continuação recém-lançada da franquia, dirigida por Joseph Kosinski primeiro vamos ver algumas curiosidades sobre o primeiro longa.

1. Oscar e Globo de Ouro

Ases indomáveis foi premiado pelo Oscar e Globo de Ouro de 1987 com a Melhor Canção Original, por Take my breath Away de Giorgio Moroder e Tom Whitlock. Quem nunca cantarolou essa música por aí?


2. Trilha de milhões

A trilha sonora toda foi arrasadora e isso está comprovado também com o prêmio do Grammy como Melhor Performance instrumental pop pela produção de Harold Faltermeyer e Steve Stevens, que leva o nome do filme, Top Gun.


3. Clássico preservado

Em 2015 o longa se transformou em parte do acervo da Associação Nacional de Preservação do Cinema Americano. Que honra!


4. "Altos" problemas

Que altura não é o forte de Tom Cruise, todos nós sabemos. Para filmar as cenas com seu par romântico Charlie, interpretada por Kelly McGillis, o astro teve que usar sapatos com plataformas.


5. O Maverick perfeito

Grandes nomes como Nicolas Cage, Patrick Swayze, John Cusack, Michael J. Fox e Tom Hanks recusaram o papel de Maverick no filme, sorte do Tom que também precisou ser convencido a viver o personagem.


6. Relações estremecidas

A relação entre Tom e outros atores do filme não foram tão amigáveis assim, como exemplo Val Kilmer e seu próprio par romântico, Kelly McGillis.


7. Patrocínio do governo

O roteiro filmado em meio a ressaca do Vietnã e da Guerra Fria, teve o aval do Pentágono que não só permitiu que misseis de verdade fossem disparados para as filmagens como também disponibilizou aviões, navios e pilotos profissionais para as cenas. Em troca, a ideia do “herói americano” e a soberania dos Estados Unidos frente a batalhas bélicas eram regenerados.


8. Sucesso de bilheteria

Com um orçamento de US$ 15 milhões o longa arrecadou US$ 356,8 milhões! Isso que é investimento!