Em imagens: A vida e a morte dos gladiadores

As lutas foram comuns em Roma e faziam a alegria do povo

Texto Fábiano Onça / Ilustrações Carlos Fonseca Publicado em 15/09/2017, às 10h00 - Atualizado em 16/10/2018, às 15h22

Eles faziam a diversão dos romanos
Wikimedia Commons

Glória e vergonha nunca andaram tão juntas quanto na época dos gladiadores em Roma. A maioria desses lutadores era de escravos que haviam sido aprisionados nas campanhas romanas, ou criminosos e endividados que terminavam como escravos e eram enviados para as academias de gladiadores  justamente por serem fortes ou habilidosos. Pertenciam, assim, a classe dos infamis, ou seja, pessoas em desgraça. Embora a vida deles não fosse fácil, já que eram submetidos a constantes treinamentos, não podiam reclamar. "Geralmente não eram acorrentados nem açoitados e não lutavam mais do que três vezes por ano. Melhor do que ser um escravo comum", diz a historiadora Barbara McManus, do College of New Rochel-le, nos Estados Unidos. A glória ficava por conta da adoração que os romanos tinham pelos gladiadores. Os mais famosos faturavam prêmios, eram idolatrados pelas mulheres e eventualmente ainda ganhavam uma espada de madeira (chamada rudis) no fim da carreira. Ela simbolizava a liberdade.

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