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Mata Hari: A tragédia de uma espiã por acaso, morta pela paranoia

Margaretha Gertrude Zelle foi de dançarina de cabarés a espiã da França

Redação AH Publicado em 15/01/2019, às 06h00

Margaretha Gertrude Zelle
Reprodução

Nos cabarés da Paris de 1905, surge em cena uma farsa: uma holandesa nascida Margaretha Gertudre Zelle em 1876 contava que era indiana, filha de uma dançarina do deus Shiva.

Jogando com o exotismo de um mundo colonial, a carreira nos tablados parisienses durou pouco. Imitações do estilo Mata Hari logo se espalharam. Ela, então, tornouse cortesã. E, assim, conheceu Georges Ladoux, um capitão da contraespionagem francesa.

 Ladoux acabou por convencê-la a entrar para o ramo da espionagem, seduzindo militares inimigos. Após duas missões fracassadas , na última trazendo informações falsas da cama de um oficial alemão, em fevereiro de 1917, foi presa.

Após meses de cárcere, acusada de ser responsável pela morte de milhares de soldados franceses e ganhando a infame alcunha de “nova messalina”, ela foi condenada à morte. E, em 15 de outubro do mesmo ano, executada.