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Em imagens: O museu dos horrores da Coreia do Norte

Além das pinturas com cenas de torturas explícitas, o Museu das Atrocidades Americanas de Guerra mostra como sentimento antiamericano está presente no país comandado por Kim Jong-um

Fabio Previdelli Publicado em 29/08/2019, às 13h30

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- Crédito: Reprodução

Na Coreia do Norte, o sentimento antiamericano é alimentado desde a infância, é como se fosse uma marca cultural do país. As redes de comunicação, controladas pelo governo, e as escolas disseminam mensagens de ódio para toda a população, que são ensinadas a desprezar os americanos e a antecipar um conflito inevitável entre os países — que na cabeça deles, irá por um fim aos EUA.

Uma das maiores marcas desse sentimento de desprezo pode ser visto concretamente na cidade de Sinchon. Lá é casa do Museu das Atrocidades Americanas de Guerra, que expõem quadros e objetos que teriam sido usados no Massacre de Sinchon, em 1950.

Nesse período, eles acreditam que tropas sul-coreanas e norte-americanas assassinaram 35 mil civis, a alegação gera estranheza entre historiadores, que apesar de confirmarem atrocidades no conflito, não possuem registros oficiais das baixas.

Além das pinturas com cenas de torturas explícitas, o museu ainda conta com um lugar no qual os visitantes fazem um juramento da vingança: destilando todo ódio e revanchismo contra os americanos.

Confira algumas imagens do museu.

Visitantes chegando no Museu das Atrocidades Americanas de Guerra / Crédito: Reprodução

 

Soldado americano executando um norte-coreano / Crédito: Reprodução

 

Coreana tendo uma estaca cravada em sua cabeça / Crédito: Reprodução

 

Guia explicando um quadro aos visitantes / Crédito: Reprodução

 

Coreano sendo torturado / Crédito: Reprodução

 

Americanos torturando homens e crianças / Crédito: Reprodução

 

Visitantes deixando o Museu / Crédito: Reprodução

 

Quadro do museu / Crédito: Reprodução

 

Local onde é feito o juramento da vigança  / Crédito: Reprodução