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14 anos após o sumiço da filha, mãe de Madeleine Mccann está na linha de frente no combate à covid-19

O caso da menina de três anos que desapareceu em maio de 2007 continua chocando o mundo

Isabela Barreiros, sob supervisão de Penélope Coelho Publicado em 25/09/2021, às 08h02

Os pais de Madeleine McCann seguram foto da filha desaparecida
Os pais de Madeleine McCann seguram foto da filha desaparecida - Getty Images

A mãe de Madeleine McCann, menina que tinha apenas três anos quando desapareceu e causou uma enorme repercussão mundial em sua busca, voltou a trabalhar depois de passar 14 anos em investigações procurando a filha.

De acordo com o The Sun, um amigo da família contou que Kate McCann, que está atualmente com 53 anos, está trabalhando novamente como médica, posto que abandonou para dedicar-se somente às buscas de Madeleinedesde seu sumiço em maio de 2007.

A profissional da saúde está atuando em Leicester, no Reino Unido, que conta com 350 mil habitantes e é uma das mais afetadas pelo novo coronavírus, como destacou o UOL. A médica está trabalhando em uma série de hospitais na linha de frente no combate à covid-19.

Segundo a fonte, Kate está "feliz" e "encantada" por voltar a atuar novamente como médica, além de poder “ajudar os necessitados”. Ela teria dito ao amigo que está “fazendo a minha pequena parte para ajudar".

Atuar contra o novo coronavírus, porém, não é uma tarefa fácil e a nova rotina da médica após tanto tempo sem executá-la tem deixado Kate bastante ocupada. Ela não tem conseguido ver o marido, Gerry McCann, porém, às vezes, é possível que os dois se encontrem no mesmo hospital, visto que ele é cardiologista.

Relembre o caso

Madeleine, de apenas 3 anos, estava com seus outros dois irmãos mais novos quando foi dada como desaparecida em 3 de maio de 2007, na vila da Luz, em Portugal. A família estava viajando de férias para o resort Ocean Club.

De imediato, o desaparecimento tornou-se notório pela velocidade com que as notícias eram divulgadas pela mídia. A fama do acontecimento ajudou os pais da criança a terem esperança de que poderiam encontrar sua filha. Entretanto, foi em vão.

Foi apenas em 2020 que as autoridades anunciaram o primeiro suspeito no caso. Trata-se de Christian Brueckner, de 44 anos, que está preso por tráfico de drogas e possui outras condenações de abuso sexual contra crianças e uma idosa.