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15 anos depois: Meryl Streep revela que ficou deprimida por seu papel em ‘O Diabo Veste Prada’

Em entrevista, a atriz relembrou a experiência que descreveu como “horrível”. Entenda!

Penélope Coelho Publicado em 16/06/2021, às 10h25

Fotografia de Meryl Streep
Fotografia de Meryl Streep - Getty Images

O filme 'O Diabo Veste Prada' (2006), se tornou uma das produções de maior sucesso na consolidada carreira de Meryl Streep. Atualmente, aos 71 anos, a artista relembrou o passado e deu declarações chocantes sobre a época que interpretou a rigorosa editora-chefe da fictícia revista Runway, Miranda Priestly. As informações são da Rolling Stone.

De acordo com a reportagem publicada na última terça-feira, 15, em entrevista à revista Entertainment Weekly, Meryl relembrou os bastidores da produção e afirmou que se sentiu deprimida na época.

"Foi horrível. Eu estava sofrendo no meu trailer e podia ouvi-los se divertindo e gargalhando. Fiquei muito deprimida [...] Eu dizia para mim mesma: 'Bem, esse é o preço que você paga por ser a 'chefona'", revelou a atriz.

 

Streep — que foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz no ano de 2007 por sua atuação em 'O Diabo Veste Prada' — revelou que a experiência ruim aconteceu em decorrência do árduo método de atuação escolhido.

Na época, a intérprete se entregou completamente ao personagem e incorporou suas emoções e trejeitos. "Foi a última vez que tentei essa coisa de método", disse a estrela, em entrevista.

Anne Hathaway, atriz que esteve ao lado de Meryl no longa, interpretando a assistente Andrea Sachs, também deu seu relato na entrevista. Recordando os bastidores das gravações, a artista afirma que chegou a se sentir intimidada.

"Eu realmente me senti intimidada, mas também me senti protegida. Eu sabia que o que quer que ela estivesse fazendo para criar esse medo, eu deveria valorizar porque também sabia que ela estava cuidando de mim”, declarou Hathaway.