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7 quilos e 61 cm: Recém-nascido vira xodó em maternidade do Pará

Filha do casal de agricultores Francilene do Espírito Santo Araújo e Paulo César Santana Evangelista, Estefany veio ao mundo em 15 de novembro

Fabio Previdelli Publicado em 30/11/2021, às 10h40

A superbebê Estefany
A superbebê Estefany - Santa Casa de Misericórdia

No último dia 15 de novembro, a pequena Estefany, filha do casal de agricultores Francilene do Espírito Santo Araújo e Paulo César Santana Evangelista, nasceu no hospital da Santa Casa de Misericórdia em Belém, no Pará. 

A recém-nascida se tornou um xodó de toda a equipe por um fato peculiar: ela veio ao mundo pesando 7,038 quilos e medindo cerca de 61 centímetros — características que a fizeram ser classificada como um “superbebê”, nome dado às crianças que nasceram pesando mais de 4 quilos. 

Ela é uma bebê muito fofa, grande e linda. Como ela foge do nosso padrão de tamanho de recém-nascido, a princípio ela foi acomodada em um berço aquecido, pois não coube dentro do isolete que a gente normalmente usa. Ela é o xodó de toda a equipe”, conta ao G1 Olívia Mota, médica pediatra neonatologista que trabalha na Santa Casa.

Após a cesariana, a mãe Francilene passa bem, mas o pai Paulo, apesar de aliviado, se diz preocupado com outra situação: o enxoval de Estefany. "Não deu nela pelo tamanho. Agora estamos sem as roupas ideais para nossa filha. Agora temos que fazer um novo enxoval que atenda o seu tamanho”.

Francilene, que é mamãe de primeira viagem, acredita que a filha nasceu deste tamanho porque ela comeu muito durante a gestação.

Segundo relatou o G1, a equipe médica suspeita que a mãe teve diabetes gestacional durante a gravidez, algo que contribui para o nascimento dos "superbebês".

A grande expectativa de Paulo, no momento, é que a esposa e a filha recebam alta o quanto antes. Ele deseja que os dois irmãos da menina, frutos de um antigo relacionamento dele, possam celebrar a chegada do novo membro da família, que vive na comunidade de Igarapé Mocoonzinho, no município de Acará, nordeste do estado.

“Não vejo a hora dela chegar lá em casa, os avós possam vê-la e os dois irmãos dela, que tive no primeiro casamento. Agora Deus nos deu a Estefany. Estou muito feliz por isso. Ela será o xodó da família. O que mais quero é vê-la em casa", completa.