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Notícias / Curiosidades

73% dos brasileiros checam potenciais parceiros após dar match

Muitos usuários de aplicativos de relacionamento procuram, inclusive, pelos antecedentes criminais do par romântico — e alguns até pagam por essas informações

Redação Publicado em 16/02/2022, às 12h45

Imagem ilustrativa - Image by relexahotels from Pixabay
Imagem ilustrativa - Image by relexahotels from Pixabay

Com o documentário do Golpista do Tinder em alta, lançado pela Netflix no começo do mês, o modo como as pessoas lidam com aplicativos de relacionamento vem chamando a atenção.

A empresa de cibersegurança NortonLifeLock divulgou um relatório em que mostra que a maioria dos brasileiros checa informações sobre os potenciais parceiros logo após o famoso match, ou seja, podem começar a conversar em apps de namoro.

O estudo foi conduzido pelo The Harris Poll em parceria com a Norton e avaliou que, em território nacional, são usadas inúmeras ferramentas para obter dados sobre os pares. O grupo analisado incluía 1000 brasileiros de 18 anos ou mais.

Como repercutiu a revista Exame, 73% das pessoas analisadas admitiram que pesquisam sobre a pessoa com quem deram match. Esse número é dividido pelo método usado para essa busca: 52% utilizam as redes sociais, enquanto 27% usam sites de busca como o Google.

Além disso, a pesquisa também mostrou que os usuários de aplicativos também podem checar os perfis de amigos e familiares do potencial parceiro, o que 26% dos entrevistados admitiram fazer. 25% disseram olhar as redes sociais profissionais.

Um dado muito particular obtido pelo relatório é que algumas pessoas chegaram a pagar para que terceiros obtivessem essas informações sobre o possível par romântico.

Cerca de 7% dos entrevistados pagou alguém para realizar uma “checagem de antecedentes” do match.

“É normal que a maioria das pessoas faça alguma forma de verificação antes de conhecer alguém pela primeira vez após o match nos aplicativos. Mas dados pessoais atualizados constantemente nas plataformas tornam as pessoas vulneráveis caso caiam em mãos erradas”, explicou Kevin Roundy, diretor técnico da NortonLifeLock.