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Notícias / Daniella Perez

A reação de Guilherme de Pádua ao receber notícia sobre morte de Daniella Perez

A escritora Glória Perez contou a reação do responsável pela morte de Daniella Perez ao receber a notícia

Redação Publicado em 26/07/2022, às 16h44

Guilherme de Pádua - Reprodução/Vídeo
Guilherme de Pádua - Reprodução/Vídeo

A atriz e dançarina Daniella Perez, faleceu em 1992, vítima de um crime brutal cometido pelo seu colega de trabalho, Guilherme de Pádua. A atriz foi assassinada e seu corpo encontrado em um matagal na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Tema da série da HBOMAX 'Pacto Brutal', o assassinato cometido por Guilherme de Pádua e sua esposa, Paula Thomaz, chocou o Brasil. Guilherme era par romântico da personagem de Daniella na novela 'De corpo e Alma', escrita por Glória Perez, mãe da atriz.

Em entrevista ao Splash UOL, Glória Perez, explicou a reação do ator ao ter sido informado sobre a morte de Daniella. Segundo a escritora, a reação de Guilherme foi extremamente fria.

Como ficam as gravações amanhã?”, foi a resposta dada por ele ao receber a notícia, como apontou Glória.

Daniella Perez foi morta a tesouradas e Glóriarevelou ter enviado as fotos do assassinato da filha. E afirmou que segundo o ator, toda a situação não passou de um "acaso".

“Se você quer contar essa história, tem que mostrar o que eles fizeram. O que me incomoda é que esse crime tenha sido cometido e que tenha sido tratado da maneira que foi. Eu acho que as fotos não deixam minimizar nada”, contou.

“Ele dizia que foi um acaso. Mas, não foi uma coisa casual. Quando você olha aquelas fotos, você vê que não tem nada de momento, foi feito de uma forma quase ritualística”, disse.

Vida pós-crime

Glória também comentou sobre o status dos criminosos após o assassinato. Segundo ela, "estão lá exibindo sua impunidade" nas redes sociais. Ela também explicou o fato de nenhum dos dois estar presente na produção 'Pacto Brutal'. 

“Hoje em dia, se você quiser saber como eles vão, é só abrir ali as redes sociais. Eles estão lá exibindo a sua impunidade. Não precisa agora perder tempo dando microfone. Seria dar palco a psicopata”, disse.

Paula Peixoto, como Paula Thomaz assina hoje, foi condenada a 18 anos e seis meses de prisão, mas passou seis anos presa e recebeu a liberdade condicional em 1999, como relatado pelo Metrópoles.

Guilherme de Pádua foi condenado a 19 anos prisão, mas permaneceu preso por 7 anos, quando recebeu liberdade condicional. O pastor de uma Igreja em Belo Horizonte, hoje possui um perfil privado no Instagram com 48 mil seguidores.