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Notícias / Crimes

Advogados de Jairinho pedem que juíza seja afastada do caso Henry Borel

Em documento encaminhado à 2ª Vara Criminal do Rio, a defesa do ex-vereador alegou suposta parcialidade da magistrada

Redação Publicado em 22/02/2022, às 19h00

Jairinho em entrevista, antes de ser preso - Divulgação/ Youtube/ Cidade Alerta/ Record
Jairinho em entrevista, antes de ser preso - Divulgação/ Youtube/ Cidade Alerta/ Record

Em entrevista à imprensa na manhã desta terça-feira, 22, os advogados do ex-vereador Dr. Jairinho afirmaram que desejam afastar a juíza Elizabeth Machado do julgamento que investiga a morte do pequeno Henry Borel, que faleceu em 8 de março de 2021.

Acontece que, para a defesa, via UOL, existem indícios de parcialidade da magistrada e, por isso, ela não poderia julgar o caso. Pensando nisso, o advogado Cláudio Dalledone Júnior enviou um documento de arguição de suspeição da juíza à 2ª Vara Criminal do Rio.

Se necessário for, iremos aos tribunais superiores. Não deixaremos que um inocente pague pelo que não fez", narrou o advogado.

Ainda durante a entrevista, Dalledone falou sobre os supostos indícios de parcialidade. Nesse sentido, ele pontuou a presença da juíza Machado no lançamento de um livro de Paola Serra, onde a jornalista aborda as investigações do caso, além de fotos da magistrada com manifestantes que pedem pela condenação de Jairinho e Monique Medeiros, a mãe do pequeno Henry — que faleceu aos 4 anos.

Por fim, o advogado ainda questionou a teoria de que Henry tenha sido assassinado, afirmando que não existem provas que comprovam tal versão. “A materialidade não está comprovada no caso Henry Borel. Nós temos tecnicamente a certeza da ausência absoluta de materialidade a indicar que aquela criança tenha sido assassinada”, narrou.