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Antes de morrer, Lady Di teria dito que queria ver os filhos

“Ela queria voltar e ver seus meninos”, revela amigo da princesa de Gales

Penélope Coelho Publicado em 14/08/2021, às 10h15

Diana, William e Harry
Diana, William e Harry - Getty Images

Em recente entrevista para o documentário ‘Diana at 60’ — que foi ao ar em julho no Reino Unido, para a celebração do aniversário da princesa de Gales — um amigo próximo da nobre falou sobre a última conversa que teve com Lady Di. As informações são do jornal Metro World News.

Richard Kay, um repórter britânico e amigo de Diana, relatou que ligou para a princesa de Gales naquele fatídico 31 de agosto de 1997, dia de sua morte.

Na ocasião, ela estava acompanhada de seu então namorado, Dodi Al-Fayed, em uma viagem em Paris, na França. O casal sofreu um acidente de carro em um túnel, após serem perseguidos por fotógrafos.

“Falei com ela naquela noite. A polícia disse que a última ligação que ela fez foi para mim”, contou Kay.

Segundo o jornalista, na conversa, Lady Di revelou que estava contente com a viagem, mas, que queria “voltar e ver seus meninos”, William, na época com 15 anos, e Harry, com 12.

Ainda segundo Richard, a princesa de Gales também teria revelado a vontade de começar algo novo, a fim de “explorar um tipo diferente de realeza”.


Sobre Diana

O almejo da família real britânica pelo trono máximo se tornou uma disputa de séculos na monarquia — sendo palco de inúmeras polêmicas. Na segunda metade do século 20, no entanto, uma figurinha de fora da família foi integrada para entrar na história do Reino Unido.

Diana se casou com o príncipe Charles, filho da rainha Elizabeth II, captando as atenções para um dos relacionamentos mais populares do mundo.

No entanto, no dia 31 de agosto de 1997, um acidente fatal chocava a todos. Entre suas vítimas, estava uma das mulheres mais adoradas do mundo: Diana Spencer, a Princesa de Gales. 

A morte da princesa foi tema de debate e teorias da conspiração por muitos anos, enquanto alguns acreditavam que a família de Elizabeth II estava por trás do trágico acidente, outros se questionavam se a filantropa deveria receber um funeral real, visto que ela já não era mais parte da monarquia britânica.