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Apesar de mais leve, Ômicron não é resfriado comum, diz OMS

“Nunca vimos um vírus tão transmissível”, alertou o gerente de Incidentes da Organização Mundial da Saúde, sobre a nova variante

Penélope Coelho Publicado em 05/01/2022, às 11h18

Imagem ilustrativa do vírus da Covid-19
Imagem ilustrativa do vírus da Covid-19 - Divulgação/PixabayPIRO4D

Na última terça-feira, 4, o gerente de Incidentes da Organização Mundial da Saúde, OMS, Abdi Mahamud, realizou um anúncio a respeito da nova variante da Covid-19, Ômicron.

Na ocasião, a OMS afirmou que apesar de estudos mostrarem que a nova cepa causa um quadro mais leve do novo coronavírus, a Ômicron não é um resfriado comum.

“Onde quer que a Ômicron chegue, é questão de semanas para ela se tornar dominante”, pontuou Mahamud, usando a Dinamarca como exemplo. “Mesmo com olhar histórico na literatura, nunca vimos um vírus tão transmissível em um surto”, afirmou.

De acordo com informações publicadas pelo portal de notícias g1, o gerente da OMS destacou que pesquisas recentes indicam que a nova variante afeta especialmente a parte superior do aparelho respiratório.

Para finalizar, Abdi frisou a importância da vacinação em meio à pandemia, principalmente para os mais vulneráveis:

“Temos um bom número de estudos reforçando o que vimos da África do Sul: que a vacina protege contra hospitalizações, doenças graves e morte, e é para isso que elas foram desenvolvidas”.