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Após analisarem evidências em relógio inteligente, polícia descobre que marido assassinou a esposa

Dados registrados nos aparelhos do casal colocaram o depoimento do homem em contradição. Entenda o caso!

Penélope Coelho Publicado em 21/06/2021, às 08h23

Imagem ilustrativa de um relógio inteligente
Imagem ilustrativa de um relógio inteligente - Getty Images

De acordo com informações publicadas na última sexta-feira, 18, pelo portal de notícias UOL, a polícia da Grécia conseguiu solucionar um caso de assassinato de uma maneira peculiar. Segundo revelado na publicação, a resolução do crime se deu a partir de análises feitas em smartwatchs, os chamados relógios inteligentes.

Esses aparelhos são utilizados juntamente com o celular e rastreiam calorias, batimentos cardíacos, passos, entre outros aspectos. Tal estilo de relógio se tornou popular para realização de exercícios físicos.

Segundo revelado pelas autoridades da Grécia, foram justamente esse aparelho e o celular da vítima que ajudaram a montar a cronologia do crime. De acordo com informações do The Sun, um homem de 33 anos chamado Babis Anagnostopoulos, alegou recentemente que sua residência teria sido invadida por bandidos, que teriam matado sua esposa, Caroline Crouch, então com 20 anos, e feito o casal de refém.

Contudo, ao analisarem os dispositivos, a polícia encontrou incongruências no depoimento de Babis. O relógio do homem registrava seus passos, no mesmo horário em que ele afirmou estar amarrado. Além disso, o aparelho de Caroline revelou que seus batimentos cardíacos haviam parado horas antes da suposta invasão.

Com essas evidências, o homem confessou o crime, após oito horas de interrogatório. Na ocasião, Anagnostopoulos afirmou que brigou com a esposa, que teria ameaçado ir embora de casa com a filha do casal, um bebê de 11 meses.

"Naquela noite estávamos brigando desde cedo. Em determinado momento ela atirou a criança no berço e me falou para sair da casa. Ela me empurrou e me socou. Eu estrangulei ela e inventei o assalto", declarou o sujeito, que está sob custódia.