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Após episódio de vandalismo, China decide criar lista de turistas proibidos na Grande Muralha

Logo que foi reaberto, no final de março, o enorme monumento foi danificado por um turista — e novas medidas entraram em vigor

Pamela Malva Publicado em 08/04/2020, às 08h00

A Grande Muralha da China, um dos cartões postais do país
A Grande Muralha da China, um dos cartões postais do país - Wikimedia Commons

No dia 24 de março, os então setores fechados da Grande Muralha da China foram reabertos e, no mesmo dia, um homem foi pego vandalizando o monumento. Agora, a China anunciou a criação de uma lista de turistas proibidos no cartão postal do país.

A tradicional muralha estava fechada para visitantes devido ao Coronavírus e foi reaberta após a diminuição dos casos na China. Tanto autoridades quanto civis ficaram revoltados com a vandalização do monumento e o caso dominou a internet.

Segundo o Governo Municipal de Pequim, o vândalo — que foi pego em flagrante por câmeras de segurança — foi encontrado. Uma vez interrogado, ele confessou ter riscado a parede da Grande Muralha com uma chave.

Como consequência ao ato, a entidade estatal responsável pela zona onde a Muralha foi danificada decidiu por novas medidas, que estão em vigor desde segunda-feira, 06. Assim, ficou previsto que, caso as novas regras sejam quebradas, o responsável será adicionado a uma lista, que será divulgada ao público regularmente.

A esperança do Estado é que os vândalos sintam-se envergonhados e evitem danificar a Grande Muralha. Com os nomes na lista, os criminosos ainda podem ser impedidos de comprar ingressos para o monumento, além de ser barrados em outras atrações.