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Após publicar foto de cachorro, Elon Musk faz criptomoeda atingir crescimento de 3.000%

O fundador da Tesla é um dos principais influenciadores dos "memecoins" e conseguiu alavancar em 30 vezes o valor do ativo; entenda!

Wallacy Ferrari, sob supervisão de Isabela Barreiros Publicado em 14/09/2021, às 12h44

Elon Musk durante evento público em 2015
Elon Musk durante evento público em 2015 - Getty Images

A influência do CEO da Tesla, Elon Musk, no mercado de criptoativos causou mais um fenômeno de crescimento durante a última segunda-feira, 13. Após promover por meses a criptomoeda Dogecoin, inspirada no meme homônimo com o cachorro da raça Shiba Inu, o empresário publicou uma foto no Twitter com um cão de verdade que adquiriu recentemente.

Contudo, na legenda da publicação, ele explicou que o pet foi carinhosamente batizado de “Floki”, que também dá nome a outra criptomoeda, a Floki Inu, de prefixo FLOKI nas plataformas de aquisição. Somente a influência do sul-africano foi suficiente para o ativo disparar 3.000% de seu valor nas horas seguintes, como revelou a revista Exame.

Tanto a FLOKI quanto o DOGE são chamadas de “memecoins”, que em tradução livre, seriam “moedas de apelo cômico”, ou seja, inspiradas em memes — mas sem anular sua importância de mercado, sendo de menor valor que as famosas Bitcoin e Ethereum e, consequentemente, mais acessíveis.

Por tal fato, Elon tem promovido bolhas onde grupos grandes de investidores amadores adquirem as moedas em massa, de maneira que aumentem seu valor. A brincadeira é levada tão a sério pelo bilionário que, em maio deste ano, ele anunciou que fará a inédita missão lunar da SpaceX com de nome DOGE-1, paga inteiramente com a DOGE e prevista para aterrissar no satélite natural da Terra em 2022.