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Artefato Maia que sumiu na década de 1960 é devolvido por colecionador francês

O objeto quase foi leiloado em 2019, mas foi reconhecido pela UNESCO, que mobilizou a venda

Paola Orlovas, sob supervisão de Thiago Lincolins Publicado em 27/10/2021, às 14h46 - Atualizado às 15h27

Registro do artefato
Registro do artefato - Divulgação / YouTube / Euronews

Um colecionador particular francês devolveu na última segunda-feira, 25, uma estátua tumular de uma cabeça de um líder maia retratado usando uma máscara feita com o corpo de uma ave de rapina.

A peça havia sumido da Guatemala durante a década de 1960, e só foi reconhecida em 2019, quando autoridades guatemaltecas e a UNESCO a descobriram e mobilizaram o leilão onde seria vendida, fazendo com que a venda se tornasse privada. 

O artefato, que retrata um governante que assumiu o trono maia no ano 729 d.C, antes estava localizado no sítio arqueológico de Piedras Negras, que faz parte da Reserva da Biosfera maia da UNESCO guatemalteca, e agora retornará ao país.