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Ator de Jove em remake de 'Pantanal' comenta críticas: 'Fui tipo apedrejado'

Jesuíta Barbosa avaliou críticas da internet e justificou um motivo para os comentários sobre o personagem

Wallacy Ferrari Publicado em 25/04/2022, às 13h40

Jove interpretado por Jesuíta Barbosa
Jove interpretado por Jesuíta Barbosa - Divulgação / YouTube / TV Globo

Durante sua participação no Camarote Folia Tropical, instalado no Sambódromo da Sapucaí, no Rio de Janeiro, o atorJesuíta Barbosa comentou a repercussão da nova versão de 'Pantanal', atualmente transmitida na faixa de novelas das 21h da TV Globo, e respondeu críticas sobre seu personagem Joventino.

Amplamente comparado com a transmissão original da Rede Manchete em 1990, quando Jove foi interpretado por Marcos Winter, o novo ator explicou que as expectativas para o remake eram altas desde o anúncio da novela e, por isso, requer tempo para compreender a trama por completo.

“As pessoas assistem já dizendo o que é e acho que ‘Pantanal’ é uma saga, precisamos de um tempo para entender tudo o que acontece. Os personagens vão se desenvolvendo —estou defendendo o meu agora", disse em entrevista à Folha de S. Paulo.

Ainda ao veículo, comentou como se sente em relação as críticas da internet sobre sua interpretação, avaliando que os espectadores gostavam da primeira fase da trama, onde ele não participou: "Eu fui ver o Twitter e sai. [...] Fui tipo apedrejado. Mas eu gosto de crítica ruim também, é instigante pra gente", afirmou.

'Jovegano'

Conforme revelado pelo ator em entrevista à revista GQ Brasil em outubro de 2021, na nova versão da história o filho do fazendeiro José Leôncio é vegano, isto é, não come nada de origem animal, incluindo leite e ovos.

No Pantanal dos anos 90, o mocinho era caracterizado por um linguajar mais culto e hobbies como fotografia e leitura, o que ilustrava seu contraste com as pessoas que viviam na região pantaneira.

Já no remake, o veganismo do jovem é mais uma das características a cumprir esse papel, que inclusive gerará conflito entre ele e seu pai.

Pai e filho têm cabeças diferentes, mas há um encontro nessas diferenças, há respeito. Isso é importante neste momento de nervos inflamados, em que não tem havido respeito entre as pessoas", explicou Jesuíta ao veículo.