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Notícias / Avião

Avião da década de 1980 afundado no Mar Vermelho atrai turistas do mundo todo

O avião virou um recife artificial nas águas da Jordânia, onde podem ser encontradas várias espécies de animais

Redação Publicado em 19/07/2022, às 11h14

O avião Lockheed Martin L1011 Tristar no fundo do Mar Vermelho - Divulgação / Brett Hoelzer / Deep Blue Dive Center
O avião Lockheed Martin L1011 Tristar no fundo do Mar Vermelho - Divulgação / Brett Hoelzer / Deep Blue Dive Center

Um avião da década de 1980, que foi aposentado nos anos 2000, foi afundado no Mar Vermelho para ajudar a movimentar o turismo subaquático da Jordânia, e atrai turistas de todos os lugares do mundo.

O Lockheed Martin L1011 Tristar foi usado por várias companhias aéreas da Europa e do Oriente Médio ao longo de 20 anos até parar de voar e ir parar no fundo do mar, onde está desde 2019, submerso no Golfo de Aqaba.

Mergulhador no avião / Crédito: Divulgação / Brett Hoelzer / Deep Blue Dive Center

Antes de chegar às águas que ficam próximas ao Aeroporto Internacional Rei Hussein, em Aqaba, o avião de passageiros ficou por anos abandonado no aeroporto da Jordânia, até que a decisão de transformá-lo em uma atração para mergulhadores fosse tomada.

Embora já tenha atraído a atenção de turistas há alguns anos, desde que foi afundado no Mar Vermelho, a aeronave viralizou novamente após o fotógrafo subaquático Brett Holzer publicar em seu perfil no Instagram fotos de como ela está hoje.

Situado a uma profundidade que varia entre 15 e 28 metros, é preciso que o mergulhador seja certificado e muito experiente. Também é necessário um serviço com barco e instrutores para a experiência, segundo o jornal O Globo.

Recife artificial

Desde que foi inundado na região, o avião já se tornou um recife artificial e se tornou lar de uma série de espécies marinhas, que tomaram conta do local. Corais, peixes, moluscos e crustáceos podem ser observados pelos mergulhadores.

"Não é inusual encontrar polvos se alimentando dos corais que já cresceram dentro do avião", explicou Holzer à CNN Arabic.