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Notícias / Jair Bolsonaro

Bolsonaro escreve manifesto de 27 palavras em favor à democracia

O presidente Jair Bolsonaro publicou o manifesto em resposta à carta pela democracia da USP

Redação Publicado em 29/07/2022, às 17h37

Jair Bolsonaro escreve sucinta carta em favor da democracia - Foto de Andressa Anholete na GettyImages
Jair Bolsonaro escreve sucinta carta em favor da democracia - Foto de Andressa Anholete na GettyImages

Em resposta à "Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado democrático de Direito", o presidente Jair Bolsonaro resolveu escrever seu próprio manifesto em favor da democracia com apenas 27 palavras, publicado em seu twitter nesta quinta-feira, 28.

O presidente já havia criticado o manifesto outras vezes. Como informa a Folha de S.Paulo, ele já afirmou que para dizer que defende a democracia não precisava de "cartinha", mas não citou a iniciativa diretamente.

Dessa vez, em uma publicação no twitter, ele se utilizou de uma carta um tanto quato direta para expressar o quão favorável é à democracia,

Carta de manifesto em favor da democracia. Por meio desta, manifesto que sou a favor da democracia. Assinado: Jair Messias Bolsonaro, presidente da República Federativa do Brasil"

O presidente também disse que a carta estaria relacionada aos interesses de banqueiros que não concordam com a criação do pix. 

Manifesto suprapartidário

A "Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado democrático de Direito" possui mais de 300 mil assinaturas e milhares de adesões. O texto será lido no dia 11 de agosto na Faculdade de Direito da USP e foi aberto ao público na terça-feira, 26.

O manifesto suprapartidário, não menciona o nome de Bolsonaro, mas é considerado uma resposta às ameaças golpistas do presidente, além de defender os tribunais superiores, as eleições e a democracia.

A Carta é uma homenagem aos 45 anos da "Carta aos Brasileiros", lançada durante a ditadura militar. Ex-ministros do Supremo Tribunal Federal, como Nelson Jobim, Joaquim Barbosa e Celso de Mello, e banqueiros, como Roberto Setubal e Pedro Moreira Salles aderiram à carta.