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Notícias / Mundo

Bolsonaro responde ator de 'Hulk' e se compara ao Capitão América: 'Deixe-me simplificar'

Por meio das redes sociais, o presidente respondeu críticas feitas ao seu mandato

Redação Publicado em 10/06/2022, às 09h02

Presidente Jair Bolsonaro e ator de Hulk, Mark Ruffalo - Getty Images
Presidente Jair Bolsonaro e ator de Hulk, Mark Ruffalo - Getty Images

O ator consagrado em Hollywood e mundialmente conhecido pelo seu papel na franquia de filmes ‘Vingadores’ como o Hulk, Mark Ruffalo e o presidente brasileiro Jair Bolsonaro, trocaram críticas por meio das redes sociais, ontem, quinta-feira, 9. Em inglês, o chefe de Estado rebateu o ator criticando o seu personagem nos filmes e se comparando a outro, o Capitão América.

Em suas falas, Ruffalo marcou o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, cobrando sobre um posicionamento acerca de encontro com um homem que "não respeita a democracia e ameaça consistentemente um golpe".

Em resposta, Bolsonaro sugeriu que o ator — a quem chamou "Mark Ruffles" — leia a Constituição brasileira para descobrir que ele não está "apenas respeitando, mas protegendo o estado de direito do Brasil".

Além disso, atacou a esquerda do país, alegando que as pessoas desse posicionamento político querem "controlar a imprensa, coibir a liberdade de expressão, censurar a internet e apoiar financeiramente ditaduras como Cuba e Venezuela".

"Deixe-me simplificar: se o Capitão América foi eleito por +55 milhões de pessoas e Thanos, que é estrangeiro e não sabe nada sobre os EUA, tenta interferir no território ou processo eleitoral americano, é Thanos e não o Capitão que está desrespeitando a democracia", escreveu o presidente, em resposta.

Não é a primeira vez que ator de Hulk faz críticas à Bolsonaro

Na terça-feira, 7, o ator criticou Jair nas questões ambientais. Para o artista, é preciso escolher entre o chefe do Executivo Federal brasileiro e a floresta Amazônica. Mark compartilhou uma post que pedia para que se escolha um lado: ou o do chefe de Estado, ou o da floresta, conforme a apuração do portal de notícias 'UOL'.

Ainda na quinta-feira, ele comentou no 'Twitter' o desaparecimento do indigenista brasileiro Bruno Araújo Pereira e do jornalista britânico Dom Philips na Amazônia, pedindo uma resposta internacional sobre o caso.