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Bombeiro relembra momentos finais da princesa Diana

Xavier Gourmelon estava presente no socorro de Lady Di após o acidente que tirou sua vida em 1997

Alana Sousa Publicado em 23/06/2021, às 11h00 - Atualizado às 11h15

Princesa Diana em 1981
Princesa Diana em 1981 - Getty Images

O acidente que tirou a vida da princesaDiana, em 1997, ainda é repleto de mistério e objeto de teorias da conspiração. Após ser perseguida por paparazzis em Paris, Lady Di acabou perdendo a vida precocemente, aos 36 anos.

Em entrevista ao Daily Mail, o bombeiro Xavier Gourmelon relembrou sobre os momentos que seguiram o acidente. O francês foi um dos responsáveis a prestar socorro para a princesa de Gales após a batida de carro.

Segundo Gourmelon, Diana ainda estava consciente e questionava a situação: “Meu Deus. O que aconteceu?”, teria dito ela; essas foram suas últimas palavras.

“Após ele [Dodi Al-Fayed] ser removido, fiquei por conta da passageira. Ela falava em inglês e perguntou: ‘meu Deus, o que aconteceu?’. Entendi isso, então tentei acalmá-la. Segurei a mão dela”, contou o bombeiro, que acrescentou que ao chegar ao local não sabia a cena envolvia Diana.

Além de revelar que o namorado de Diana foi o primeiro a ser retirado das ferragens do veículo, Gourmelon também afirmou que o guarda-costas Trevor Rees-Jones estava bastante agitado — ele foi o único a sobreviver ao acidente.

Sobre Diana

O almejo da Família Real Britânica pelo trono máximo se tornou uma disputa de séculos na monarquia — sendo palco de inúmeras polêmicas. Na segunda metade do século 20, no entanto, uma figurinha de fora da família foi integrada para entrar na história do Reino Unido.

Diana se casou com o príncipe Charles, filho da rainha Elizabeth II, captando as atenções para um dos relacionamentos mais populares do mundo.

No entanto, no dia 31 de agosto de 1997, um acidente fatal chocava a todos. Entre suas vítimas, estava uma das mulheres mais adoradas do mundo: Diana Spencer, a Princesa de Gales. 

A morte da princesa foi tema de debate e teorias da conspiração por muitos anos, enquanto alguns acreditavam que a família de Elizabeth II estava por trás do trágico acidente, outros se questionavam se a filantropa deveria receber um funeral real, visto que ela já não era mais parte da monarquia britânica.