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BOPE acha sangue e acionador de explosivo em casa que pode ter sido usada em assalto de Criciúma

Além do mais, um furgão que pode ter sido usado na transição para a fuga foi apreendido e um homem foi detido

Fabio Previdelli Publicado em 03/12/2020, às 10h54

Alguns dos materiais encontrado no local
Alguns dos materiais encontrado no local - Divulgação/ PMSJ

Após o grande assalto que aconteceu em Criciúma na última terça-feira, 1, os agentes polícias continuam fechando o cerco em busca dos criminosos. Desta vez, o Batalhão de Operações Especiais (BOPE) anunciou, durante a madrugada, ter encontrado um local que eles acreditam ter sido usados pelo bando.

A casa fica na cidade gaúcha de Três Cachoeiras, a 100 quilômetros da cena do crime. Segundo informaram, na casa foram encontrados vestígios que indicam participação no roubo, como roupas com sangue e um acionador de explosivos.  

Agentes policiais na casa que pode ter sido usada pelos criminosos / Crédito: Divulgação/ PMSC

 

Além do mais, um homem foi detido e um furgão foi apreendido. Antes disso, outros seis suspeitos já haviam sido presos.

Prisões

Além do homem detido no local, cinco homens e uma mulher suspeitos de terem participado da megaoperação que culminou no roubo de duas agências bancárias em Criciúma, Santa Catarina, foram presos preventivamente na tarde da última quarta-feira, 2, pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), como informa o portal G1.

Dois dos homens foram localizados em um viaduto da BR-116, na altura de São Leopoldo, próximo ao município de Porto Alegre, sendo levados para o Departamento Estadual de Investigações Criminais da Polícia Civil, na capital.

Os outros três rapazes foram detidos na divisa do município de Torres, no Rio Grande do Sul, e Passo Torres, em Santa Catarina, sendo levados para uma delegacia a 35 quilômetros de Criciúma, na cidade de Araranguá.

No mesmo dia, uma mulher foi localizada em São Paulo com dois malotes de dinheiro contendo identificação do Banco do Brasil, sendo detida por suspeita de participação no armazenamento.

A quantia foi recolhida pela polícia e será examinada para identificar se há relação com o dinheiro roubado em Criciúma.

No dia anterior, a PM catarinense afirmou ter localizado um grande galpão, usado pelos criminosos para o armazenamento dos carros de fuga e armamentos pesados, na cidade de Içara, vizinha à Criciúma.

A investigação aponta que, partindo do galpão, os criminosos fizeram um trajeto de 9 quilômetros para chegar até a cidade do crime.